img IRMÃOS RURIK  /  Capítulo 3 Maxim Rurik | 33.33%
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Capítulo 3 Maxim Rurik

Palavras: 1888    |    Lançado em: 27/05/2026

magem dela, os olhos em brasa, a boca atrevida, aquele chei

me

z porque não estou acostumado a ser desa

quase me esqueço de qu

as

ar posta. A empregada me avisa que preparou

ros botões da camisa e me sento na ponta da mesa, c

ela

nela. Os cabelos estão soltos, úmidos, como se tivessem saído

upa? Não trouxe as suas? Até

avam úmidas, por causa desse tempo gelado, e ela lev

os castanhos esverdeado

a. Queimo a

a língua. Você tam

a risa

ro a

nquanto. - Rebate, sentando na outra pon

azendo questão de ign

ra, olha para

quantos a

o o c

isso i

bros. - Porque, sinceramente, com esse mau-

gasgo co

O

ri, sat

e você ouviu. V

opo na m

- Digo, irritado. -

pensar. - Quase quarenta. Isso já ent

uma sobr

Aponto para ela, mas ela

. - Não fui eu que pedi para ficar aqui e, honestamente, se v

onto até três, depois até ci

ta casa. - Digo, firme. - E a r

s, colocando uma garfada na boca, como se não ti

la primeira vez, percebo que meu maio

eu queira odiá-la... uma parte de

igo

peri

- Reclamar do meu sotaque russo? Sabe o que é mais fei

mão em

epender de cada p

finge tremer. - O velh

levanto. A cadeira arras

ua. Desafiadora. Insol

s tanto expulsar a

s tanto alguma coisa

do meu caminho. - Rosno, antes de

meu escritório, ainda

Toma um chá, que faz bem

o a porta com força e

ta vai me e

que eu já

DI

ve continuava caindo lá fora, pintando tudo de branco. Me

r cima. Quando saio do quarto, já dá para ouvir vozes vindo da sa

s invade minhas narinas. Pelo menos, el

com aquela cara de quem acorda odiando o mundo. Ao redor, três homens,

e a expressão dele f

como se isso fosse uma notícia

você também,

íbula que quase acho qu

segurar o riso, e o mais velho deles é

mais sensato dessa família. - Apert

, Viktor. - So

levanta log

sorriso ainda maior. - E se ele

, viu. - Brinco, arrancando um riso dos doi

uaves, um sorriso fácil e olhos azuis v

segundo minha falecida mãe, o

ri. - Aperto a

o querido Maxim tanto falou. - Dmitri

uzo os braços, encarando Ma

iar o olhar do jor

a um problema ambulan

ponta, vestido de mau humor. - Re

spe o café, e Yuri... bem, Yuri

- Yuri comen

sa, olhando para o irmão

a de qualquer coisa que faça ba

i, velho ranzinza, eu tenho vinte anos, tá? Criança é

im responde, rangendo os den

o alto que b

e chamasse assim. - Diz para Yuri, que j

rosto, respira fund

e decretasse alguma sen

mesma coisa. - Cruzo as p

cadeira, me olhand

ai fazer hoje? - pergunta

r alguns museus. -

erece prontamente. - Conheço vári

mitri. - Pelo menos com v

m tanta força no pires

ela. - Diz, olhando

se calam por

- pergunta Yuri, franzi

o interrompe, seco,

brancelha, cru

ste? - sorrio, maliciosa. - Tá difícil seg

a mandíbula

e na região dos museus. - Diz, mentindo descaradame

à boca, segurand

cia, hein. - Co

deira. - Vai todo dia à mesma região dos

da de vocês. -

ra Yuri

Yuri, menos torturante. - Digo,

to que bate n

ntinua, que ele ex

m punho, claramente n

o um favor. - Diz, respirando fundo, tenta

ça de morte. - Cruzo os braços. - Mas tudo bem,

etó e me lança aquele olhar

carro. - Diz, antes de sai

apidamente quebrado por

a lágrima de tanto rir. - Você é a me

vivem assim? -

r ass

o ranzinza nasceu. -

voz de Maxim, grita

a ouvir. - Vikto

pegando m

passeio com o guia turístic

a, me dando um

, me liga. - Pisca, me passando di

ar. - Sorri

a viagem tem tudo para ser um inferno... ou

fora, encostado no carro, de braços cruz

me faz recuar um passo. Ele coloca sua mão enorme no meu bol

recisar lig

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