magem dela, os olhos em brasa, a boca atrevida, aquele chei
me
z porque não estou acostumado a ser desa
quase me esqueço de qu
as
ar posta. A empregada me avisa que preparou
ros botões da camisa e me sento na ponta da mesa, c
ela
nela. Os cabelos estão soltos, úmidos, como se tivessem saído
upa? Não trouxe as suas? Até
avam úmidas, por causa desse tempo gelado, e ela lev
os castanhos esverdeado
a. Queimo a
a língua. Você tam
a risa
ro a
nquanto. - Rebate, sentando na outra pon
azendo questão de ign
ra, olha para
quantos a
o o c
isso i
bros. - Porque, sinceramente, com esse mau-
gasgo co
O
ri, sat
e você ouviu. V
opo na m
- Digo, irritado. -
pensar. - Quase quarenta. Isso já ent
uma sobr
Aponto para ela, mas ela
. - Não fui eu que pedi para ficar aqui e, honestamente, se v
onto até três, depois até ci
ta casa. - Digo, firme. - E a r
s, colocando uma garfada na boca, como se não ti
la primeira vez, percebo que meu maio
eu queira odiá-la... uma parte de
igo
peri
- Reclamar do meu sotaque russo? Sabe o que é mais fei
mão em
epender de cada p
finge tremer. - O velh
levanto. A cadeira arras
ua. Desafiadora. Insol
s tanto expulsar a
s tanto alguma coisa
do meu caminho. - Rosno, antes de
meu escritório, ainda
Toma um chá, que faz bem
o a porta com força e
ta vai me e
que eu já
DI
ve continuava caindo lá fora, pintando tudo de branco. Me
r cima. Quando saio do quarto, já dá para ouvir vozes vindo da sa
s invade minhas narinas. Pelo menos, el
com aquela cara de quem acorda odiando o mundo. Ao redor, três homens,
e a expressão dele f
como se isso fosse uma notícia
você também,
íbula que quase acho qu
segurar o riso, e o mais velho deles é
mais sensato dessa família. - Apert
, Viktor. - So
levanta log
sorriso ainda maior. - E se ele
, viu. - Brinco, arrancando um riso dos doi
uaves, um sorriso fácil e olhos azuis v
segundo minha falecida mãe, o
ri. - Aperto a
o querido Maxim tanto falou. - Dmitri
uzo os braços, encarando Ma
iar o olhar do jor
a um problema ambulan
ponta, vestido de mau humor. - Re
spe o café, e Yuri... bem, Yuri
- Yuri comen
sa, olhando para o irmão
a de qualquer coisa que faça ba
i, velho ranzinza, eu tenho vinte anos, tá? Criança é
im responde, rangendo os den
o alto que b
e chamasse assim. - Diz para Yuri, que j
rosto, respira fund
e decretasse alguma sen
mesma coisa. - Cruzo as p
cadeira, me olhand
ai fazer hoje? - pergunta
r alguns museus. -
erece prontamente. - Conheço vári
mitri. - Pelo menos com v
m tanta força no pires
ela. - Diz, olhando
se calam por
- pergunta Yuri, franzi
o interrompe, seco,
brancelha, cru
ste? - sorrio, maliciosa. - Tá difícil seg
a mandíbula
e na região dos museus. - Diz, mentindo descaradame
à boca, segurand
cia, hein. - Co
deira. - Vai todo dia à mesma região dos
da de vocês. -
ra Yuri
Yuri, menos torturante. - Digo,
to que bate n
ntinua, que ele ex
m punho, claramente n
o um favor. - Diz, respirando fundo, tenta
ça de morte. - Cruzo os braços. - Mas tudo bem,
etó e me lança aquele olhar
carro. - Diz, antes de sai
apidamente quebrado por
a lágrima de tanto rir. - Você é a me
vivem assim? -
r ass
o ranzinza nasceu. -
voz de Maxim, grita
a ouvir. - Vikto
pegando m
passeio com o guia turístic
a, me dando um
, me liga. - Pisca, me passando di
ar. - Sorri
a viagem tem tudo para ser um inferno... ou
fora, encostado no carro, de braços cruz
me faz recuar um passo. Ele coloca sua mão enorme no meu bol
recisar lig

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