ra morar na Rússia, eu riria. Mas aqui estou eu, no meio do inverno
é, só que da vida real -, decidiu que seria uma boa ideia eu passar uma temporada na Rú
itetura, pelos museus, pelo estudo e pela neve, que nunca tinha visto antes e, principalmen
tos, câmeras e portões eletrônicos. Sim, é tudo tão intimidador quanto e
to, com vidros escuros e aceleran
ito, pulando para o lado
s os lados. E eu, que já estava puta da vida, ba
ssia, na frente de uma mansão de mafioso, e que provavelmente quem está de
re, e de lá s
m Ru
o, muito alto, olhos azuis de cortar a alma, cabelo preto, mandíbula forte. Impecável. Vestido
que vejo é um babaca q
eu nem existisse, ajeitan
or quê? Quer morrer? - pergunta
os b
animal! - rebato, também em russ
olha de cima a baixo como se e
como se estivesse amaldiçoando a própr
para o motorista
or cima se ela não
iso de quem tá no limite e
é? Poi
meu canivete do bolso da jaqueta - aquele que meu pai me deu antes da via
le. Uma, duas, três vezes. Faço questão de desenha
s que estavam do lado de fora, provavelmente seg
auge do meu sangue fervend
PORRA DE GATILHO ENTÃO! QUERO VER!
pareciam gelo, agora parecem fogo. Ele aperta a mandíbula, sai do carro de nov
a mão, ordenando que os
é mais brasileira do que a própria bandeira do Brasil. Uma selvagem. -
, o canivete ainda
timidar, tá muito engan
vira o
como se isso fosse a p
- Agora, faça o favor e saia da frente que precis
sso sentir seu perfume caro, amadeirad
quanto uma arma carregada. - Na minha casa, você não fala comigo. Não olha para mi
orriso d
a tudo que eu
m mais uma palavra, entra no carro. Mas, ante
ovo, te mandarei de volta pa
entrada da mansão. Eu fico a
Digo para mim mesma, guardando o caniv
impático - imagino que seja algum funci
Pode entrar. Be
cachecol, puxo minha
longa tempor
pode ser o próprio capeta vestido
aqui não abaixa a

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