Sangue e Trevas: a paixão proibida da vampira herdeira / Capítulo 1 O cavaleiro da Lua Negra | 4.35%/0/19439/coverbig.jpg?v=c1418829ea0e6eb57145c2ffb13d8c75)
Noctravis do alto do c
Vermelha.
oresta ao redor em uma penumbra sufocante. As árvores negras pareciam cadáve
nca dormia c
onseguia ouvir. Música. Taç
rava luxo e decadência
nto o vento atravessava sua capa negra. A armadura refletie soldados aguardavam
ousava
de medo que fazia homens
óvel. Pr
iro da L
ssava reinos co
esitava. Jamais fal
te, sua missã
r Le
ra de No
a os reinos inimigos presos em
ma das torres mai
a permane
gras ondula
apava do quarto
a arm
murmurou um dos guerreiros atrás
sviou os olho
Nã
ficiente para silenc
ou do caval
ram na terra úm
rem me
eles que
e os cabelos negros e começou a
e Noctravis
Raízes emergiam da terra como dedos. A n
sangue imp
ngue f
lh
ti
s tivessem absorvido
ou a mata em si
rmanecia fix
trar Leonore.
mp
oda permanecia dentro dele desde qu
pensamento i
que
as i
a névoa, enormes e negras como um mausoléu
o era mo
etiam a luz da Lua Rubra. Estátuas antigas observavam os arredores com e
ão parec
mulo construí
u a muralha s
nto ele avançava como uma sombra viva. O vento balanç
fra
tra
ntes d
muralha e caiu silenciosam
atingiu ime
as queimando. Vin
octravis eram absu
rados iluminavam pinturas gigantescas de antigos monarcas vampiros. Nobres
u pelos corred
u a figura escura at
ecoava
lebração acontecendo n
ilitava
cadaria princi
surgiu n
u antes que p
pi
enc
a sua garganta. Sangue quente escorreu sobre os dedos do
ou a espada
uou an
to do castelo, enormes porta
sentos
a dela es
rt
nót
amente
roximou-s
ela noite, algo dentro
me
o p
osid
urrou a
to era
s cortinas negras dançavam diante das janelas abertas. O vento frio car
a. Joias espalhavam-se entre livros antigos. Um v
e da enorme jan
a Leo
ída de uma pin
idas. O vestido escuro moldava seu corpo como sombra líquida,
ngue repousava entre
ueram-se lentamente at
um m
um c
s int
avemente. - O reino rival realmen
u as portas
oou pelo
sorriu
riso p
s velho. - comentou ela.
ênc
ermanece
madura negra, pela espada em sua cintura, p
beu imedi
rdas? - perguntou, quase dive
inalment
eon
seu nome fez algo estranh
osid
ntou-se
Lenta. P
arecia cuidadosa
uer receio, os saltos ecoando
o desviou
ou dian
o de
ante, misturado ao cheiro
murou ela. - Voc
uma pe
a mão sobre o
Si
inou levemen
cepcionada com a sim
algo mais
e bebeu um pequeno gole de sa
voc
parecia
hesita. - comentou. - N
ermanece
riu nov
o é v
ênc
oximou-se m
s que Lucien conseguia se
alguma coisa viva p
mente a mão pálida... e
u seu pulso i
pi
rt
m violência suficiente para fazê-la p
m se
sorriu o
lenta
erigos
onore. - Você é o primeiro homem
o dele
rinque
do dele até que seus l
heiro de sangue e
perguntou ela em voz
ssou violentam
as vac
minou os dois e
ira vez em m
n hes

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