em como fazê-lo quebrar aqu
mbinado, ele ficou me contando sobre seus dias na juventude junto de Luciu
os, que estão só o brilho, fiz as unhas, me depilei, passei meu hidratante, mas agora e
a meu propósito. O segundo era branco, transparente demais, quase vulgar, se fosse uma festa n
um pouco vulgar, mas papai não falaria nada, já que estaremos em casa. O tecido colava no meu
le caiu em ondas escuras até quase mi
isse dando uma voltinh
veludado, que reverberou dentro de mim como um trovão distante. Meu pai ria
misa social aberta no primeiro botão, os cabelos grisalhos levemente bagunçad
o barulho de propósito. Meu p
linda, min
igada
ar perto dos lábios dele por um segundo a mais antes de ele beb
minha confiança se esvair, esse hom
ro voltando seu olhar para outro l
, eu me sinto insignificante, mas quando ele desvia, volto
ai ficou na cabeceira, mas isso não me incomodava. Se alguma coisa m
beça e sorrindo - feliz em ver você
escuro, quase preto, e quando encontraram os meus foi como se eu tivesse leva
eu, e o jeito que ele disse meu n
vinho, sobre ações, sobre qualquer outra coisa. Eu fi
e descaso dele era o que estava me matando de tesão, eu via a mandíbula dele co
oi perdendo a graça e homens perderam a graça quando eu tinha 15 anos e seus olhos só tinham tesão, nada mais, nad
ue devia, o suficiente para ter coragem, eles falavam conversa sem graça: trabalh
tando um pedaço de carne. - Termino
e inclinei um pouco para sua
altura, podia ver meus seios, seu olhar era avaliativo e duro, como se estivesse ponderando se i
atenção para seu prato, cortando a carne tranquilamente, nenhum
filha? - meu pai pediu
Cl
estendendo o saleir
que sorriu em agradecimento e voltou a comer, me virei pa
odia ver minhas pernas, o vestido subindo um pouco na coxa. Podia sentir meu perfu
u um pouco mais grossa que antes, faz
nse
, o movimento fazendo meu vestido subir, vi o olhar dele
briga no bar, estava prestando atenção, com a mente ocupada imaginando Lucius jovem, imaginando Lucius furioso, imagina
me ignorar pior se

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