is eram velho
ndo surgia a oportunidade e, nas noites mais difíceis, se apresentavam em tavernas decadentes em troca de um prato de comida e um canto minimamente aquecido para dormir. Tudo mudou em uma cidade portuária, durante uma apresentação improvisada diante de um público pequeno e desinteressado. Entre os espectadores, porém, estava uma aristocrata excêntrica que ficou co
sob uma onda de
sorriso surgia em seus lábios. Um dos músicos, Cassian, ergueu os olhos em sua direção
o o bastante para fazer metade d
se tropeçou ao salta
iva?! - exclamou Elias, ain
responder antes de ser pux
rrido! - reclamou Lyra
e cobre que você tinha sid
ancelha enquanto Lyra se afastava do abra
eu considerei aposta
ou Mirelle, surgindo logo atrás dele com um sorriso debochado enquanto c
ma a baixo com diversão descarada. Seus brincos dourados balançavam conforme ela ria, e os olhos escur
fez uma careta. - E
a companhia, ergueu lentamente os olhos do instrumento que afinava perto do palco. Ele es
onfiado. - Você não voltou aqu
a mão ao pei
e levou a mão ao peito, ofendida.
eceu encarando-a em
isse: - Você literalmente roubou um saco
vez! - protestou Co
ra eu achei que tinha perdido o dinheiro, na segundque eu sou ruim roubando am
ra a situação. -
para responder, mas M
acrescentou casualmente, faze
s deuses,
sobre aquilo - Corinne aponto
ndo perseguida por um ganso - Mirelle já estava ri
animal er
ganso,
treinado pe
a esconder o sorriso enquanto fingia continuar afinando o violino. Os integrantes da Sola
ando o alaúde nas costas. - O que
- Corinne de
amente nada - Cassi
á perfeito
istância alguma entre eles. Comentaram sobre cidades distantes, apresentações desastrosas, nob
o estranhos - comentou Darian. - Um homem me pagou cinquenta m
zando os braços. - Um conde tentou me pe
- Corinne arqueo
uma careta horrorizada. - Ele pa
ecomeçaram i
ne, genuinamente curiosa. - Não me parece exatamente o tipo de reino
a do príncipe Dimitri - explicou Lyra - E nossa compan
rpo enrijecer quase
a voz casual. - Belladonna não parece o t
temente sobreviver a guerras, doenças e caos político deixa os nobres
s de outros reinos foram convidados para as festividades. Diplomatas, comerciantes ricos, lordes menores, o palácio vai es
a criados - acr
cado por festas, distrações e movimento constante dentro do palácio. Pela primeira vez d
cida? Provavelmente.
a, tentando soar indiferente enqu
icar hospedados na ala reservada aos artistas
suficiente para Mirelle estreitar os olhos lentamente, observando Cori
e interessada demais
como se tivesse sido arranca
da? Eu? Cla
a enquanto cruzava os braços. - Essa foi provavelme
enorme. - acrescentou Darian s
estão ex
r inocência diante de um guarda - Mirelle inclinou
a vez. - mur
a pensar rápido. Não podia simplesmente dizer "preciso entrar no paláci
ido que ela viajasse com eles. Na época, Corinne rira da ideia. Viver de apresentações parecia instável demais quando roubos rendiam dinheiro rápido, fácil e sem
tentou soar casual - ainda tem
an parou de mexer nas cordas do v
ela como se tivesse ouvido errado
por dois segundos inteir
o tão mal assim?
o deles enquanto tentava parecer tranquila, e respondeu: - M
nar a maldição mortal, o colar demoníaco e o fato de
treitando os olhos para Corinne. O tom despreocupado ainda e
mentou Corinne tentando parecer m
e enquanto colocava o violino sobre o colo. - E o
perguntou Mirell
- acrescen
an parecia sincer
sian inclinou-se um
to para homicídio. Isso é
deu a pergunta. -
deu de ombros e falou: - Ainda est
explodiu em garg
s olhos. - Essa definitivamente é a
ressionado ou preocup
espondeu Mirel
ua pele. Por alguns minutos, era fácil fingir que nada havia mudado. Que ela não estava amaldiçoada, que não precisava assassinar
mbros dela sem cerimônia, pu
nte. - disse com um sorriso caloro
n ergueu um dedo dramaticamente no ar e co
Qu
durante o baile real,
bres bêbados. - ac
aídos. - Elias ent
deixados desacompanhad
terrível de mim - Corinne levou
m duque enquanto dançava c
nel para a amante del
em. - Corinne
te falou, num tom que mist
m sorriso escapou de seus lábios antes que ela soltasse uma risada baix
eio logo depois
nte específico - Cass
o momento de honestidad
inda conta como honesti
elmente conta. -
aram a se espal
u a reclamar dos figurinos novos que a corte exigira, jurando que nobres tinham obsessão por roupas impossíveis de respirar dentro. Elias defendia
na, visível acima dos telhados da cidade como uma sombra colossal. Agora ela tinha uma entrada, tudo o que preci
rer ant

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