via cada rangido da madeira da casa como se fosse um aviso de morte. Lá embaixo, Kai - ou a coisa que habitava o co
ia café e reclamava do frio. Eu era um
o que subiu pelo meu braço, uma vibração elétrica que fez meus pelos se arrepiarem. Se Dorian era um monstro, por que ele pareci
impulsionava. Eu precisava sair dali. Se eu ficas
terra úmida e pinheiros. A névoa lá fora estava tão espessa que eu mal conseguia ver o chão. Usei a velha videira que s
trás. Corri em direção à floresta, o único luga
e posição para me confundir. O som dos meus próprios passos esmagando folhas secas parecia um
yla
lados ao mesmo tempo. Parei, girando o corpo, s
voz saiu aguda, despro
ária, uma figura surgiu. Era uma mulher, ou o que restara de uma. Suas roupas eram trapos antigos, e sua pele tinha a cor d
rando dentes amarelados. - Tão doce. Tão p
tei, tropeçando em uma raiz
omo garras se estendendo para o meu pescoço. Fechei os olhos, espera
bretudo; apenas uma camisa branca fina que parecia brilhar sob a luz da lua. Ele s
disse, sua voz desprovida de qualquer emoç
a. O som de ossos quebrando ecoou pela clareira, e a coisa s
ar; estavam escuros, as pupilas dilatadas pela adrenal
de um lobo para cair nos braços de uma
tei, minha voz falhando enqu
ondeu, sua expressão suavizando levemente ao ver meu estado. - Exist
er negra tinha quebrado algo em mim. Perto dele, apesar do frio que ele emanava, eu m
piro - eu disse, encarando-o. -
do-se o suficiente para que eu pudesse
s. Eu vejo potencial. Sim, eu sou o que ele diz, Ayla. Eu matei mai
am frios como mármore, mas onde el
porque, em breve, você terá que escolher entre o lobo que te
noite, vindo de muito perto.
lhos brilhando com uma antecipação perigosa
a imensa e peluda surgiu, olhos verdes brilhando com um ódio

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