meus olhos, como se as sombras o tivessem engolido, e eu continuava ali, paralisada. Meu coração não batia; ele colidia contra minhas costelas,
r. Pessoas não aparecem e somem
r uma batida violenta que fez a porta de mad
ntro. Eu estava cercada. Um estranho dentro de casa, e agora o
- A voz de Kai estava deformada, mais grossa, como
uando Kai entrou, eu recuei até a parede da cozinha, segurando uma f
i, minha voz falhando.
ndo pelas têmporas, e suas narinas dilatavam como se ele estivesse fareja
uma agressividade assustadora. - Ele esteve aqui. Eu
ê sabia que ele estava aqui? E o que há de errado com você? Seus olhos...
e, e eu apontei a faca n
o! Eu vou gritar, eu
- Ouça-me. Eu sei que você está assustada. Você tem todo o direito de achar que enlouqueceu, mas eu juro qu
está me dizendo que monstros de livros existem? E o que você é, então? Porque e
stava em um tom de verde musgo profundo, quase sobrenatural. El
e eu seja para manter você viva. Eu
iei na bancada, sentindo o vômito subir. Meu protetor era um lobo. O estranho era um vampiro.
ável. - Todos esses anos. Você me viu crescer, você me abraçou quando
undo. - Eles morreram para que você não fosse encontrada! Se eu tivesse co
acidente, não é? - A pergunta
ados. E agora que você vai fazer dezoito anos, o cheiro do seu sangue está mudando. A tré
do meu quarto e empurrando a cômoda contra ela. Eu tremia tanto que meus dentes bati
vinha da janela
mas havia algo escrito ali, por dentro do embaçado,
eita. E uma ú
sper
Ou podia entrar quando quisesse. Entre o lobo que dormia no meu sofá e o vamp

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