et. Era maior do que a maior
, Chanel, Dior. Eram troféus, não roupas. Kason os comprara para cobri-la,
orou to
havia uma surrada mala de lona. Era uma relíquia do passado de Elease, uma mala que ela havia feito para um
ente com os braços cruzados. Ele a observ
de lixo? - ele perg
uas camisetas pretas lisas e uma calça jeans. Do
uma caixa de joias de
diamantes ficam. Pertencem ao fun
amantes brilhou sob a iluminação emb
orou comp
de prata manchado, aninhado no canto da caixa. Era bara
tada de uma mulher com olhos gentis a e
alhão com um clique
e velho, mas por dentro, o hardware havia sido modificado. A persona adormecida de Phoenix guiara suas mãos anos atrás, um
mala e a fechou. A malason. Estava usando
se - di
isso antes, Elease. As cicatrizes não
u. Simplesmente ti
o anos atrás. Eram mais antigas, uma treliça horripilante de linhas pálidas e salientes - algumas cirúrgicas, outras claramente de queimaduras e estilhaços, um mapa da ex
capuz e uma calça legging. Cal
egou
n não se moveu. Ele bloqueava seu cam
a mais alta agora, tingida de frustração. - Acha que esse
olhou p
ia, Kason - disse ela.
ento fluido, uma sutil mudança de peso que
arrou seu braço. Seu aper
ele sibilou. - Não fique perambul
ou o ângulo do pulso dele, o ponto de pressão em seu polegar. Ela poderia quebrar o pulso dele em dois segundos.
Sua voz baixou uma oi
e Kason a soltou instantaneamente. Ele recuou, olhan
voso e entrecortado
ntrei - cor
r. Seus passos eram silen
ada na parede. Kason parecia um príncipe. Elease e
pa
ensando que ela est
u o porta-retrato com a face
i ruim - e
pesada por
berá um centavo! - Kason gritou do co
bateu co
vo. Foi o som de u
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