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ei minha bolsa e dentro dela
ar. Acordei bastante cedo, porque não estava disposta a
ar o ônibus, colocar meu fone de ouvidos, ouvi
estava calma. E eu estava acre
cia dentro de minha velha e
da empresa que eu trabalhava, e e
ção da empresa. As paredes eram de um marrom-madeira, três mesas
chegado ainda.
só não gostava de conversar tanto com pessoas diferen
o entanto, eu não vivia como uma. Paloma,
ava da calmaria, gostava da paz e do m
ive sonhos demais um dia. E essemodaram em suas mesas ao meu lado. Josi sorriu de leve para mim. Letícia,
or e segui até o escritório do meu chefe pra lhe entregar
rar na sua sala cheia de pi
da? - a voz dele
gno
os que ontem o senhor me p
e lançou o olhar verde pa
Licença,
irada quando sua vo
precisar usar a empresa para fazer um trabalho,
a e a excitação em minha voz ao saber q
rário do almoç
astanho claro dos cabelos. - Pod
se
de mais al
uzou as mãos sobre a mesa
e contei cada instante a
_____________
olsa sobre o sofá e, enquanto o meu congelado estava no microondas
tei o vibrar de meu celular e
Pa
oz de minha amig
-me em frente à mes
efe passar e pensei qu
er a desconfiança em minha voz. Quando se tem uma
praia, e como você está livre, quero que vá
- soltei um l
la fez uma pausa. - Chamei o
emicerrar os olhos, mesmo
ara. Mas ela sabia que isso nunca daria certo. Já se passaram quase cinco anos desde que ninguém atravessava as barreiras do meu
ha voz estava severa ao
e deu bola. Simplesmente, com a ani
bonito, Melissa, e muito gente
ue não quero conhecer ninguém, e estou muit
hecer n
sozi
ning
imas e d
ava dand
cê tem que conhecer alguém, Melissa. Alguém de verdade. Não só esse dos
var aquela discussão adiante. Não valeria a pena falar aquilo com a Palo
. - Me rendi. -
_____________
cou às duas horas, eu pen
r que conhece
r um "e aí, ga
com meu próp
uma blusa branca um pouco folgada por cima do biquíni preto. Ao observar minha imagem no espelho, os grande
bém servia como protetor solar, rímel e um batom rosa claro. Fiz
. Andei três quadras até ch
E não foi ela, nem o
castanhos claros, olhos
que minha amiga falou, e eu esperei o
pra mim, com a testa franzida e os lábios entr
ardar sua imagem pra encher de defeitos, caso meu cora
ncontrei nen
o sempre f
e finalme
voz. Era um sussurrar suave. Um sussurrar
. Um sorriso bonito
. N
fiz uma força enorme pra que ele não notasse a mane
e minha pergunta, a minh
issa,
a - que eu ainda não sabia o n
ito horas por dia, e às vezes quando chegava ainda tinha que preparar
ermanecia. Afinal, amizade era isso: permanecer nos tempos difíceis e
- Esse é o Gustavo. - Ela olhou para o cara q
Era
vencer uma luta ao olhar o
sorrind
vi focand
bém sorri
malicioso que eu já sa
ign
lou estendendo su
quele toque me causou arrepios pela coluna.
sação e
soltei sua mão rapidamente, tentan
untei a Paloma, tentando
pareceu com seu jeito único e totalm
nstalou. E percebi que Mathe
para o outro e depois para Matheus e
perguntei, queb
sa e mexeu nas mãos. - Eu e o Math
licida
o que eu
- Corri e abra
so de amor dela e Matheus era antigo, ma
amor... era o qu
nto estou feliz por você
u do Matheus e, em um aperto de m
dades, s
utro e sorriram. Depois de um respir
? - dis
egu

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