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Renascendo Para o Amor

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Capítulo 1 O Peso do Que Não Sei

Palavras: 1502    |    Lançado em: 08/04/2026

ri

l de

de hospital antes me

tem origem identificável. Já estive em hospitais antes. Sei o que esse cheiro significa: que o mundo lá fora parou d

ço esquerdo, presa com esparadrapo cor de pele. O frio nos pés. Os lençóis de um branco desbotado que só hospitais

o pe

o segurand

consegue ser - não o presente descuidado de quem está di

io, como se meu corpo soubesse antes de mim que qualquer movimento

pra frente, a respiração lenta e regular de quem dormiu ali sem planejamento - foi pegando no sono enquanto vigiava

le por um tempo que

r. Aqui. Segurando a minha mão enquanto dorme numa cadeira de hospital que com certe

ltam quando o corpo esteve tão perto do limite que a men

s. O vinho que eu quase não bebi. A conversa que começou sobre nada e foi ficando m

sensação de que o Rio de Janeiro inteiro estava embaixo de mim n

A voz dele baixa, séria, s

s olhos

braço, para a luz fria do teto - sabendo o que sei. Ou o que posso saber. Ainda não tenho certeza. Essa é a parte que me as

is real que ele tinha visto em muito tempo, será que meu destino foi traçado sem que eu percebesse?

a resposta de uma noite q

ag

a quando ainda não sabe

e Minas Ge

vagar nas manhãs

las, depois o chão onde as crianças ainda não tinham chegado mas chegariam em breve. A padaria da esquina

a manhã, e aquela manhã não deveria

a mão e a mochila com o zíper meio aberto, que eu ia

chegasse ao portão. Tinha aquela tonalidade específica - não de raiva, mas de

na c

ias nos pés. Respi

de café passado e de flores artificiais que minha mãe insistia e

sição deitada ficou difícil. O peito dele subia e descia com um esforço que você só percebia se soubesse procurar, mas eu sabia procurar

do a sós, como sempre fazia nesses momentos. Ela sabia que existia uma ling

e um ano atrás, os ossos mais visíveis, a pele mais translúcida

so chegou antes das palavras. Sempre foi assim com ele. O sor

, pai. Posso faltar. Já fiz tod

tou minha mão.

- as rugas ao redor dos olhos que apareciam quando ele ria, os cabelos que tinham ficado mais brancos no

pensando em

ê me prometa um

Pa

te. Que vai errar, vai chorar, vai cair. E que vai se levantar mesmo assim, todas as vezes. - Fez uma pausa pra tossir - curta, contida. - Que a sua felicidade não

queimaram an

assim. Pare

tinha de rir de si mesmo nas horas mais sérias, como se o humor fosse a única

ança que ainda morava dentro de mim e não queria crescer o suficiente pra encarar o

ima vez. Não sei por quê. Talvez alguma coisa dentro

ito orgulho, pa

inteira. - Vai com Deus, minha menina. E não se

mo se barulho pudesse quebrar algum

avam embaixo dos meus pés, e a rua já recebia a minha sombra misturada com a sombra das outras pessoas que ia

ra a e

sas que não

a tarde tinha u

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