img O CEO De Gelo e a Mulher Que Ele Jurou Odiar  /  Capítulo 3 Olhos Que Congelam | 3.03%
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Capítulo 3 Olhos Que Congelam

Palavras: 1378    |    Lançado em: 07/04/2026

- Olhos Q

And

era quente, fam

como ele apertava meu pescoço como se eu fosse a sua única âncora em um ocean

m piscar de olhos. Uma voz cort

E de onde con

ecável que parecia caro demais para existir no mesmo planeta que eu. Cabelos loiros

nete, mas vê-lo de perto era diferente. Ele exalava um poder que sufocava. O nome dele estava gravado em cada placa

u fosse uma praga, uma ameaça

oltava. Não dizia nada. Apenas tremia levemente, o rosto enterrado no meu ombro, respi

e. O corredor inteiro parec

da. Quem

voz oscilando entre o profi

entrevista da vaga de limpeza noturna. Já estávamos f

na. Continuavam cravados em mim, analisando

esa que cortou o silêncio do corredor: "Meu Deus, o menino nunca deix

ca, sem entender o peso daquele abraço, até que a voz de Damien K

vibrando de uma autoridade que exigia uma explicação impossível. - Então, eu vou pergunta

le nunca falava, pelo que eu lembrava das notícias que li nos meses seguintes ao acidente. Mas ele esticou u

de segundo, a máscara de frieza dele vac

Solte-

s dedinhos cravando na minha blusa barata. Um som baixo

com uma firmeza inquestionável, arrancou o menino do meu colo. - Agora pegue a sua criança - el

oração errar a batida e a mãozinha da minha irmã ap

precisa desesperadamente do emprego. A irmã dela está doente, ela

rnas, os olhos arregalados de puro terror. Depois, o olhar a

regada de uma ameaça implícita. - Se você está usando a fragilidade dele para tentar algo n

ras saltaram da minha boca. -

nha direção, o corpinho se inclinando perigosamente para frente, lágrimas silenc

longe de mim com a palma da mão, um gesto que era gentil na forma,

mar a segurança,

o meu braço, me puxand

. Por favor,

meus pés. O pânico subia pela minha garganta como uma maré n

sussurrei, mas minhas palavras for

embora. O menino continuou esticando os bracinhos por cima do ombro do pai, os dedinhos abertos na

um muro de uniformes escuros ao meu r

senhorita. Sa

brasa prestes a se apagar. Caminhei para o elevador com as pernas moles, Marin

omeçaram a se fechar

avia parado no corredor. O olhar dele era puro gelo, sem raiva aparente, apenas uma indi

se debateu levemente, tentando alcançar o ar entre

fecharam. O e

céu continuava cinzento, o trânsito barulhento, a cidade indife

eta baixa no jardim em frente ao prédio, um espaço de verde artificial cercado por árvores magras. Sentei Ellie ali

inho, princesa.

pele da testa ardia sob meus dedos. O corpinho

El

a em chamas. Seus olhos se

El

que ela atingisse o chão. O peso dela era nada, m

o, por favo

ca, quebrada, morrendo no barulho dos carros. As pessoas passavam apressadas, os olho

não se

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