img O CEO De Gelo e a Mulher Que Ele Jurou Odiar  /  Capítulo 2 A Porta Que Se Abre | 11.76%
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Histórico

Capítulo 2 A Porta Que Se Abre

Palavras: 1542    |    Lançado em: 07/04/2026

- A Porta

And

ançar contra meu ombro, o calor febril dela atravessando minha jaqueta fina como uma acusação silenciosa. Eu passava os dedos na t

arcou 39,2 graus antes de sairmos. Agora, naquele trem lotado e abafado

scolha. A entr

ais" que eu nunca teria. Faxineira noturna. Meia-noite às seis da manhã. Um salário mínimo que mal cobria os aluguéis atrasados, mas era real. Era d

Sem isso, Ellie continuava ardendo e

ente como um monstro de vidro e aço, refletindo o céu cinzento da cidade em suas janelas impecáveis. As luzes internas brilhavam mesmo de dia

dos e um balcão curvo com uma mulher sorridente atrás dele. O tipo de sorriso profiss

ela me cumprim

e, sou Emma

a entrevista da vaga

saguão monumental. - Desculpe... eu trouxe minha irmã. Ela

uma expressão suave. Minha irmã acordou devagar, os olhos vidrado

inclinando-se um pouco sobre o balcão. - Oi, docinho. Quer um copinho d'água gelada? E

com cuidado numa das poltronas macias, cobrindo-a com meu casaco

tra ali, fala com a moça e já volta. Não sai

urmurou, a voz fraca

ma voz calma que transmitia autoridade. Ela me conduziu por um corredor longo e silencioso. A sala de entrevista era pequena

m pouco sobre você. Por

o o aperto no peito, e a v

Eu não tenho dinheiro para remédio decente, muito menos para um médico particular. Se eu não conseguir esse empre

o. Não havia julgamento nos olhos dela

za pesada, sozinha na maior parte do tempo. Você

arranjo - menti. Era o que eu

io, e depois um

da-feira. Vamos subir ao RH

a. Meus olhos arderam, mas segure

tava na poltrona, rabiscando devaga

anjinho. Ne

sorriso genuinamente grato, senti

demais, cheiro de café forte e papel novo. A recepcionista dali era outra hi

os corredores - ela avisou an

lie, segurando as mãozinhas q

a Sarah, ok? Não sai desse lugar. Não mexe em nada, não fala com ninguém. A Em en

lhinhos vermelhos

bom,

Meu coração batia tão alto que eu mal escutava as palavras d

nze minutos. E o co

casaco velho estava jogado

voz saiu alta demais, eco

os olhos do monitor,

ntou e saiu andando. Não vou s

pelo corredor, o sangue pulsando nas têmporas. Pe

, mas não vi se ela desceu, ou subiu

ogo. Cheguei ao nono andar. Havia uma confusão no corredor. Pessoas paradas, olha

cabelo castanho claro, moletom rosa? Por fa

nada, q

am se abrindo devagar, numa lent

llie. Minha irmã caminhava fraca, mas

rendo até ela e caind

ava. - Encontrei ela no corredor do sétimo andar, perdida e chorando. A faxin

s frágeis contra meu peito, o calor da febre

me perdoa... eu nunca m

hos em volta do meu pe

Em... achei que você

nunca vou em

dela com uma firmeza possessiva.

embora

direção ao eleva

Um corpinho se grudando em mim com uma força desesperada, como

normes, cheios de lágrimas. Cabelos loiros bagunçados. O mes

u

vida inteira. Uma lágrima solitária escorreu pelo rosto dele.

ocê

rgência daquele dia no asfalto. Estávamos ali, naquele abraço impos

E de onde con

ade, e a expressão de quem estava decidindo o que faria comigo. O corredo

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