img Amor sob contrato. A noiva substituta  /  Capítulo 5 05. O olhar do predador | 50.00%
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Capítulo 5 05. O olhar do predador

Palavras: 1136    |    Lançado em: 27/03/2026

colas

veis da alta sociedade, muitos dos quais eu não conhecia e nem queria conhecer. Benedite

- Nossa família precisa de um herdeiro; sem um, corremos o risco de perder tudo o que

parente da taça que eu segurava quase se

Minha voz estava fria, carregada de uma raiva que eu não conseguia

e inclinou, sussurrando. - A sobrevivência da nossa li

vitar. Eu estava pronto para me casar com uma mulher que conhecia apenas por fotos. Um contrato de casamento p

devagar enquanto a noiva não aparecia. Uma voz ao fundo anunciou que a cerimônia iria começar

ões. De todos nós, ele era o mais otimista,

ervei o vestido arrastando no chão, as mangas pequenas demais para os braços delgados e o

stivesse com medo de mim. Esbocei um breve sorriso para que, talvez assim, ela tivesse mais confiança

estava casado co

u não tirasse o véu e visse o rosto de sua filha. Isadora era pequena, mal alcançava meus ombros e tremia como um cervo preso nos faróis. Sua pele não era

r Benedite, seu comportamento acendeu um alerta de

estranhamente, sua família tentou me impedir. A cada passo que eu da

ero que ela cumpra o propósito do nosso acordo - acrescentou,

contido e não foi difícil enxergar além dele. Aquilo não era um gesto de boa vontade; era uma t

sua fragilidade ou com o seu medo. Aproimei-me dela, minha presença se impon

o, até que concordou e m

afias. Fiquei olhando para ela por um tempo assustador, não porque lhe faltasse beleza, mas por causa das marc

ento de que fora enganado perturbava minha mente. O atraso na cerimônia, o comportamento estranho

meus movimentos eram afiados de raiva. Hesitei quando meu m

que ela parou ao meu lado. Caminha

la principal. - Certamente você também não. Então deixaremos as coisas

eu lado e percebi q

assentiu com a

bem? É

levantando a ca

Si

lha do Benedite. Uma mulher criada

aumentou; ainda

a oeste, longe dos meus aposentos. Você não vai se sentar ao meu lado, nem

a baixa, el

tendo,

eu peito. Por que ela esta

nte, apertando

domo vai levá-la

, havia uma mistura de descrença e exasperação.

ada telefônica ao meu detetive par

pido que puder - massageei as têmporas e continuei: - Quero saber

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