ítu
uel Prass
nta brincar dentro de um sistema que eu m
o olhar com res
perfeita, Do
ido no chão. Astrid, ao meu lado, não desviava a atenção
sse homem? - pergu
analisando mais uma vez os det
o foi convidado. - Fiz uma pausa curta. - E sei disso porque perguntei o n
is voltei para ela, lembrando das últ
e cada nome que est
plesment
um pouco ma
Minha voz ficou mais baixa. - Me lembrou Anders. O assassino
i imediato.
eu vi. Pequeno demais para qualquer outro perceber, mas não para mim. O mo
com ela. E
eixou transparecer. Ergueu o r
m o Nils ter sumido? - pergu
os, voltando ao
omento em que Nils desaparece das câmeras e eu passo por lá... e
o... eu já estava com o
ncio completar
do o Nils... se Karl e o
itaram, pensando. Então
entido. Não
levemente. - Kar
ntiu imed
im,
ra acho que podemos co
a. Ela não resistiu, mas também não relaxou. Caminhava ao meu
os corredores laterais, a
epente. Meu olh
treaberta, e, pela
a voz dela
já tinha aberto a porta. O nosso soldado es
lêncio pesou. Astrid
á morto? - Ela p
dele a
chamei em
rápido, segu
lado do corpo, ana
tocando o pescoço do r
que nem percebeu q
ompletou Hugo. - Foi forte o sufic
ços, voltando ao c
i o cara que v
nós. - Vou encontrar o erro nas câmeras, Don. Pode fi
i uma ú
aça
tirei os olhos dela. Hugo foi rápido e realizou vários procedimentos. Ragnar
aproximando minha boca
ei baixo. - Está me devendo
sto de leve, me
igo pelos quartos? Ainda não
undo, e então veio o rubor. Suas boch
do ouvido del
y pra car
ma risada curt
ter tudo em ordem. - Ele olhou para Astrid com um leve sorriso. -
posição. Mas também não demonstr
o sem humor. - Vamos pro outro
ito. Estou louco
oltou, mas dessa vez era difere
mente... podi
puxei levemente, encostando-a na lateral de uma das portas com bastante cuidad
baixo. - Observei o peito dela subir e descer. Seu c
se sentir o ritmo do coração... mas ela me empurrou. Não foi
zi o
que
ar por um segundo
cordo, teríamos quartos separados. - Se afastou um
nha entendido. - Primeiro... - me aproximei de novo - deixa eu t
espiro
emos o novo brasão que mandei fazer e sere
pelos olhos dela. - Hugo disse que não precisamos provar nada, tipo mostrar lençol ou sangue nas roupas - continuei - mas nos
ximei
odemos dar mar
sentiu
orri aliviado, respirei tranquilo
sto no pescoço dela, sentindo o cheiro
ei só o suficie
N
o. Será que falou sério quando disse que
ão a
ando a reação... e então soltei um leve so
a. - Passei primeiro, observando o espaç
rou atrá
tre dentes. Mas é claro que eu sabia disso. Como também sei da r
ma pequena r
go demais. - Fechei
a com calma. Me aproximei novamente, ten
assim não. - P
? Quer tomar
seria bom -
levement
r ter contato comi
lmente voltaram para os meus, e havia
não contei... -

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