ítu
uel Prass
e do meu controle, e naquele
. Mas não entregavam. Eu conhecia cada centímetro daquele sistema, cada ângulo, cada corredor, cada ponto que deveria estar coberto. Fui eu quem
segundo em que ele aparecia pela última vez. A postura dele estava normal, atento como sempre, um
m mais atenção, diminuindo a velocidade, analisando até o que parecia insignific
, aproximando o
go - Alguém sabia exatamente onde mexer. -
icar o ponto exato da alteração q
iguel, ve
dali porra, não agora, não quando estava perto de entender o que tinha sido f
o Ragnar como Consigliere. Assim que ela fechou a porta, o ambiente mudou. O a
s, não foi? - ela perguntou, s
ela realmente estava falando aquilo
Q
risada curta
quero a verdade dessa vez. - Respirei fund
resolver essa merd
ecuou um c
que não aparece em nenhuma. Você sabe perfeitamente que Nils foi levado e está tentan
ente dela. Segurei seu braço e a empurrei contra a parede, f
ei a voz. N
ixo, controlado, muito mais perigoso do que
tisse minha respiração. Senti seu corpo tremer levemente. - E
rar, incomodada, res
pitado, mas é que te vi perto de onde
erder o olhar. Passei a ponta dos d
oisas. Não é um movimento isolado que te diz o q
la mudou, m
e pegou de surpresa. - O que foi? Tá
o fez ela saber algo sobre
isas. Pouco me importa se s
co, passando a
lado de um velho que dizia ser seu pai... e era u
alavras saíram,
travou. O ar
erda e
devagar, como se estivesse voltand
meu olhar. Demorou alguns segundos
le é um bom rapaz. - Sua voz era baixa ag
spero que minha palavra baste pra você, porque eu não
entre nós
ia em mim e compartilha sua vida comigo... e eu com você. Ou seremos dois inimig
a desconfiada... mas racional o sufi
mo sem convicção total. Respirou
sem res
em c
de? - Abr
vir o
s. O caminho até o porão era silencioso, pesado, co
. Ajoelhado ao lado do corpo, morto
a testa do tiro
parou ao
ue aco
raços, obser

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