img Grávida do CEO Obsessivo  /  Capítulo 3 Capitulo 3 | 17.65%
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Capítulo 3 Capitulo 3

Palavras: 2607    |    Lançado em: 21/03/2026

le não aceitar

ás de mim, tentei convencer a mim mesma de que o assunto tinha terminado ali. Eu tinha recusado. Tinha deixado claro.

um coque frouxo. Coloquei água para ferver, fiz um macarrão instantâneo porque meu talento culinário e meu estado emocional não permitiam

func

to. Como se aquele objeto tivesse vida própria. Como se ocupasse mais espaço do que deveria no me

, às

lo rosto e resm

ista do

mentalmente Lorenzo Ferra

gel

para a

u de novo, dessa

va sem avisar. Clara não aparecia do nada. Minha vizinha do andar de baixo costumava mandar mensagem

tei d

ma batida firme na p

inteiro fi

ssos silenciosos e parei,

a res

re

que era

ia errado em tantos níveis que chegava a ser quase ofensivo. O terno escuro, o corpo grande demais para aquele espaço apertado, a

olhos por

novo, ele ain

ora - a voz dele atravessou a

ele disse meu nome fez um arre

asa. Mas, honestamente, já era tarde para isso. Ele sabia. E eu também sabia que um homem

iciente para meu corp

u a noção co

talhado demais. Da minha camiseta larga ao meu short simples, das pe

lor instantâneo que

ara você tamb

carro atrás de mim sem eu confirmar nada e a

minimamente abalado

o, n

me fez fran

o você

arece o tipo de mulher que

i os

storcida, justifica agir c

rilhou nos olhos dele.

melhor do que

dos doi

ilar, como se a minha raiva fosse apenas ma

so en

risada curt

conversar aq

não temos nada

cê recusou

te. Fim da

para

ele disse aquilo fez

ele realmente ter vindo até ali. Não por ego ferido, eu percebia isso. Não só por isso. Havia intenção demais na presença dele

uando alguém te contraria, você invade a

m se

Então sou um

Si

saiu sem

jo

rme dis

ver

iro ficou estr

à frente, mas parou a

- disse ele, a voz ainda baixa, controla

do os olhos. Debochad

fiz na

levar alguém para a cama. Ele parecia irritado com a própria confis

ondi, embora minha voz tenha saí

se to

caiu pesado

dor, o som da minha própria respiração ficando mais rasa. Lorenzo ocupava aquele espaço de um jeito absurdo. Tud

ente aparecer aqui - fal

ntanto, e

na a situação

as torna

i a t

one

jeito correto, previsível, ensaiado. Mas eu não queria uma respo

bateu uma

ra você

escureceram

nuo não gostan

ez disso, ela fez alguma coisa quente e perigosa se espalha

os braços c

é insup

isseram i

que com

lheres que m

veio imed

e de

A consciência irritante da proximidade dele. Eu odiava o efeito que Lorenzo Ferraz tinha

me conhec

ço o ba

uas co

do se sente pressionada, fala o que pensa mesmo quando seria mais seguro mentir e tem o hábito ir

i, sur

observa

ele ter prestado

adas. Era um homem que observava. E homens que

todo mundo assi

Só quem

ago afund

ecisão. Lorenzo notou. Claro que notou. Os olhos dele

om medo de mi

Não fragilidade. Lorenzo Ferraz não era frágil. Era controle. Um co

ando decidir se

a cabeça, m

foi a c

ireto p

em que transforma interess

rosto dele ficou co

gar, o canto da

sorriso d

pi

conhec

z - dis

preso nos m

não

ntou s

re

ace

em vez disso, eu continuei parada, encarando-o como uma idiota, sentindo

a minha boca por um segundo r

e para entr

e saiu ma

ínt

aticamente bat

cê q

é dif

guntas que não eram perguntas. Como se já soubesse

da da porta c

é arr

Si

ntro

s v

sess

não respondeu

r tempo demais, escuros, firmes, in

indo até onde isso

leve com aquelas palavra

so e saber exatamente disso, mas c

a ir embora

deu mais

cado, masculino demais. Perto o suficiente para que eu precisasse erguer ma

oz baixa, firme, quase roçando na minha p

spiração

unção demais

sso é ob

odiar aqu

diasse u

Lorenzo estava perto demais, bonito demais, atento demais. E havia uma força crua na maneira com

idir esse tipo de c

decido. E

na resposta me desm

agar, com tempo suficien

ão r

sto, deslizando-a com leveza para trás da minha orelha. O gesto

o

nteiro fico

ação di

stava nos olhos dele. No modo como a respiração pareceu pesar por um segundo. Na te

péssima ide

assim abri

essou direto a m

era v

nha a

a fi

disc

va com a minha vida, com o meu prédio, com a minha rotina

s olhos para a m

va

disf

da embor

pegou des

lo con

pelo

hance para que eu recuperasse o juízo antes que alguma co

bia d

ambém

mente por isso que n

as palavras saíram baix

ele voltar

ão quer

eu não ti

r resposta ser

belo, passou pela lateral do meu pescoço sem realmente tocar e parou na madeira da

- perguntei, e odiei o q

um segundo p

a voz saiu mais

udo. Mas esto

iro reagiu àqu

a promessa

pi

aça dita co

a pela camisa ou fazia qualquer loucura entre uma cois

brou o moment

demais. Uma senhora do apartamento ao lado colocou a cabeça para fora, nos observ

mara

, tentando recuperar

ai embora - fa

curto para a vizinha e d

achei que ele

tão as

Controlado. Perigoso

u vou te v

i a t

o é uma d

e, recuando enfim. -

ação tr

distância deveria aliviar alguma coisa. Não alivio

a bem,

o, baixa, firme e estranhamente íntima

edor como se aquela visita absurda tive

aparecesse no elevador

caixou é que percebi o

ração

as f

trê

tas na porta e

e - sussurrei para

que

a o tamanho exato

a já estava

o tinha entrado n

uito pior, ele já estava

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