inha sido vítima de um romance falso, de um homem que ela pensava ser seu tipo. O carro d
ele, para o homem que u
ríspida. - Finge um romance, transa c
na estrada, os dedo
oi a pri
tou uma ri
aiu comigo tantas vezes? Você podia ter arrancado um fio de cabelo meu log
undo, hesitou,
a legal sai
cou, su
la era ácido, mas o r
para ela, um sorriso l
ma mulher.
utra coisa. Mas ela virou o rosto de novo, fixando o olhar no reflex
nseguiu conter um arquejo. A casa, ou melhor, a mansão, se erguia à frente como algo saído de um sonho: imponente, cercada
iaberta. - Eu achei que fosse só
esligou o carro e
e for... é
oca seca, os dedos fechando
-
segurando uma taça de vinho que ela não bebia. A mensagem de Murilo informando que estavam a c
itas vezes ele apenas acumulava dívidas em seus projetos. Dessa vez, no entanto, parecia estar dando certo, e ela se esforçava para demonstrar otimismo. Pelo menos, o
e momento
lado dele, Isadora levantou-se d
la..
rosto da mulher: o cabelo preto como tinta, os olhos es
frente, o peito apert
você é...
nervosa. Ela abriu a
nervoso, as lágrimas começa
vinda.
Murilo pigarreou, ajustando o colarinho da c
ocês a sós par
frase, Úrsula ergueu o rosto
Nã
rtou o ar co
volta. É a minha carona, não vou ficar so
, parecia desconfortável, desarmado. Mas apenas assentiu, aceitando o pap
to, nem pareceu p
i, Murilo! - disse, emocionada,
ndo estranho em seus pensamentos. Então era
o, o nome áspero em su
spondeu baixinho,
la como se fosse abraçá-la, os olhos marejados, o rosto ilu
credito... Você.
s, num gesto defensi
Eu nem sei o que
da meio erguidas, e sorriu
o com a mamãe. O mesmo jeito do olhar, o
meloso de Isadora a deixava desconfortável. Ela era grudenta, caloros
braços. - E, olha, mesmo que sejamos... irmãs ou meia-irmãs ou seja
ecuou um pouco, como se levas
do cabelo atrás da orelha. - Só... me desculpa. Eu... Es
Nã
lhar, como se não soubesse onde colocar as mãos. Murilo os obs
, mas era um s
alguma coisa? Um
d'água,
çando nas palavras, e desapareceu para a coz
onvencer de que aquilo tudo era real, que a mansã
na casa de Isadora. Não conseguia lidar com tanta gentileza, c
vantou, dizendo que precisava ir, Isadora a acompanhou até a porta com
sa também é sua, sabia? Vamos marcar de conversar na se
dia querer dividir um império inteiro com uma estranha que aca
a - Úrsula disse,
entanto, par
o se a tensão escorresse pelos ossos. Ele ligou o motor, e o sil
é o seu nome de verdade
m pedir permissão. Por um breve momento, ela viu o vislumbre
mpre quis me chamar Leonardo , por causa da tart
rou os olho
gulha de ser u
os olhos fixos na estrada, como se aqui
Já viveu em tantos lugares, teve tantos na
u o rost
ocê está
para ela, os lábios se curv
s aqueles testes de gravidez eram falsos? Se soubessem
, o sangue gelou. Ela se vir
você sa
trabalho
lhos ainda brilhando co
sabia? Com a sua lábia, a sua
lguma forma, se misturava com outra coisa. Uma faísca, talvez, uma lembrança incômoda da químic
prédio dela, as luzes da ru
dendo o lábio. Então, inclinou-se um pou
e ainda é o Leonardo só ma
o crescendo lento, predatório, como
nunca iria
i apenas o quarto de
la, com os dedos ainda entrelaçados nos próprios joelhos, ela sentia um calor diferente pulsando no peito.
teria um irmãozinho, e a resposta era sempre a mesma: "Não, minha filha. Não posso trair
zes com o passado, reunido suas filhas? Será que teriam crescido juntas, dividindo segredos, risa
alegria. Não estava mais sozinha. Úrsula era carne do seu
, parou na porta. Algo mudou nele. Havia anos que não via aquela chama na esposa. Era a mesma ene
mem de Isadora. Ela era uma adolescente desbravadora, cheia de vontades, de desejos. Ele, u
o, o fez tremer na última fileira de poltronas do cinema, e ele, sem en
ais um menino de quase 14 anos. Era um homem. E sabia como corresponder à altura. Sabia
olhar, ainda meio perdida nos próprios pensamentos, mas bastou o toque firme das mãos d
erança voltava a crescer,

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