ando sob a luz amarelada pendente no teto. Tudo impecável, como sempre. O aroma do p
aquele ato metódico pudesse adiar o inevitável. Isadora apenas mexia
to. "Podemos tentar de novo", foi o que ele disse, antes mesmo de ela respo
ra. A faca e o garfo pousados de l
tra mulher enqu
pela sala. Luiz engasgou, limpando a boc
não! - disse, quase ofendido.
orriso amarg
não conseguiu... dormir com ele? - A voz dela saiu baixa, m
os por um instante, como se aquilo
estendeu a mão sobre a mesa, como se pudesse alcançá
va aberta, e ele parecia não entender a gravidade do que pedira d
odo, Luiz pigarreou, t
la sua irmã? A
u fundo, endire
um cabelo da escova da mamãe. - Disse isso com um tom mecânico, como quem repete uma
lou os olho
da sua pos
ncontrar nenhuma rede social dela. - Isadora mexeu na borda do prat
cabeça, pensativ
de ela ser uma
ando. Depois, deu um leve sorriso,
o com gente perigosa
s, voltando para o
-
endia e apagava, refletindo na penumbra do apartamento, e os minutos pareciam horas enquanto ela atualizava as redes,
quilo para si mesma - mas estava e
sse evaporado. Era o tipo de coisa que ela costumava fazer com os outros, dar o f
o celular no sofá, tent
to inflando de uma raiva tão conhecida, mas que n
que o celu
e seus olhos pudessem conferir o remetente. Ten
nar
je à noite? 20h
dos hesitando sobre a tela. Não havia emojis, nenhum
u, mas já estava pega
os dedos pelos cabelos, ajeitou a blusa e tentou não
estava
ivesse evaporado. Vestia uma camisa preta simples, sem a gravata usual, e o olhar que ele lan
nta para perguntar por que ele havia sumido, pronta para chamá-lo de c
oi di
qual seja, na verdade. O que importa é
aralisada, o c
O
como se recitas
elação forçada, informal, ainda quando era menor de idade. Seu nascimento foi um parto domiciliar. Ela te deixou ainda bebê, com dias de nascimento e foi embora. Seu pai dela já era idoso, semi-analfabeto. Tem registros d
Seu corpo estava te
lando? - A voz dela
r - inclinou-se para fr
ndo. Quer você perto dela.
ndo processar a aval
tão comum. E as peças... as peças começavam a se encaixar. Seu pai, sempre agressivo, ranzinza, contando aquela história suja de ter "
r a postura, cru
untou, a voz firme, mas o peito apertado. Que
uele homem por quem começava a se sentir atraída, que ouvia suas histórias, q
nem mesmo o no
goliu
que era. Como posso acre
co mais humano agor
a. Mas a verdade é que sua irmã quer voc
segurando o celular co
ra tão distante, t
ido e, com movimentos precisos, deslizou sobre a mesa um pequeno maço de documentos, fotos, laudo
gistros antigos, fotos bo
le disse, a voz ain
e o nome de Clara Valli impressos no cabeçalho. O resultado era claro: compatibilidade
a Va
o, mas ali estava, em le
mento tardia, os registros do cartório com a assinatura tosca do pai, as fotos de um cortiço, o laudo de
pertando os olhos para nã
, a voz rouca, os olhos fixos no laudo
o olhar mais suave agora, mas a
Ela gostaria que fosse assim, mas essa par
inferior, os olhos ainda sobre os papéis, sentindo a
u a pasta e empurrou
- Mas saiba que, se isso for alguma piada de mau gosto... e
boca de Leonardo , mas ele apenas
e mau gosto, Ú
no ombro, e seguiu atrás dele. O peito
havia algo
ctat

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