img Meu doutor proibido  /  Capítulo 2 1 | 6.45%
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Histórico

Capítulo 2 1

Palavras: 1371    |    Lançado em: 06/03/2026

OI

m no céu e já estamos tão longe de Nova York que estamos praticamente no meio do nada, em uma estrada de

ele puxa minha mão até a boca e a beija. Ele sorri enqua

Ec

ntada no banco de trás, e me

o com a mamãe e o pap

ir Caleb e Grace brigando o caminho todo. Você

diferença de dez anos em relação aos outros irmãos. Sophie brincou dizendo que ambos foram acidentes, e seu pai a repreendeu por i

tempo para ficar com pessoas que não são da família, mesmo que eu as conheça há anos. E estou namorando o Liam há quase seis meses. Não é muito tem

nos víamos tanto quanto ele gostaria. Ele é bonito e divertido, e também meu primeiro namorado. Irmão da minha melhor amiga. Os pais dele são simpáticos, parecem se importar muito com ele e seus irmãos e têm um casamento estável e f

que eles não se i

hos e beija minh

eu prometo. Eles gostam

gostam de você. -

tariam. Por que eles gostariam de mim? Não falo muito, sou quieta, fico deprimida com frequência e sempre senti que não hav

eu nem sei quem é meu pai. Eles moram em um prédio de arenito marrom perto do Central Park e eu moro em um apartamento de cond

sido, provavelmente estaria sem teto até o final deste verão. Preciso começar a pensar em que tipo de emprego vou conseguir para me sustentar. Liam não t

s dela, o estado do nosso apartamento, ela me disse que ia perguntar aos pais dela se eu poderia morar com eles. Implorei

cheg

vativa, cercada por árvores que nos deixam na sombra e observo enquanto os por

do carro, a porta

estão

que tenha sido para o Christian. Ela parece muito feliz e puxa Sophie para um abraço assim que ela sai do ca

lô? É tão bom

o baixinho. - E esto

enas preparando a

a para Liam. Eles se abraçam e ela beija a boche

tá ótimo,

am. De repente, me sinto uma intrusa, deslocada, e caminho rapidamente até o porta-malas do carro.

da envolvente onde eu entro. A porta é de

ira, as paredes são brancas, com quadros e fotos de família pendurados, e a primeira palavra que me v

an me olha. Ele está do lado de fora da cozinha, no pátio, caminhando lentamente pelas janelas com um telefone

ta. Eles estão subindo a calçada, cada um com uma bolsa em cada mão, e eu pego as d

stá olhando para o celular em vez de falar, mas rapidamente levanta os olhos e sorri. Um so

á, f

a e ele a puxa para

em não f

gamos em um bom tempo. N

seguida e depo

você aqui, Elô. Você já

anço a

as e sorri, o que me faz

strar o lugar. Tem muita coi

ertando meu ombro gentilmente en

mostrar o qu

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