OI
m no céu e já estamos tão longe de Nova York que estamos praticamente no meio do nada, em uma estrada de
ele puxa minha mão até a boca e a beija. Ele sorri enqua
Ec
ntada no banco de trás, e me
o com a mamãe e o pap
ir Caleb e Grace brigando o caminho todo. Você
diferença de dez anos em relação aos outros irmãos. Sophie brincou dizendo que ambos foram acidentes, e seu pai a repreendeu por i
tempo para ficar com pessoas que não são da família, mesmo que eu as conheça há anos. E estou namorando o Liam há quase seis meses. Não é muito tem
nos víamos tanto quanto ele gostaria. Ele é bonito e divertido, e também meu primeiro namorado. Irmão da minha melhor amiga. Os pais dele são simpáticos, parecem se importar muito com ele e seus irmãos e têm um casamento estável e f
que eles não se i
hos e beija minh
eu prometo. Eles gostam
gostam de você. -
tariam. Por que eles gostariam de mim? Não falo muito, sou quieta, fico deprimida com frequência e sempre senti que não hav
eu nem sei quem é meu pai. Eles moram em um prédio de arenito marrom perto do Central Park e eu moro em um apartamento de cond
sido, provavelmente estaria sem teto até o final deste verão. Preciso começar a pensar em que tipo de emprego vou conseguir para me sustentar. Liam não t
s dela, o estado do nosso apartamento, ela me disse que ia perguntar aos pais dela se eu poderia morar com eles. Implorei
cheg
vativa, cercada por árvores que nos deixam na sombra e observo enquanto os por
do carro, a porta
estão
que tenha sido para o Christian. Ela parece muito feliz e puxa Sophie para um abraço assim que ela sai do ca
lô? É tão bom
o baixinho. - E esto
enas preparando a
a para Liam. Eles se abraçam e ela beija a boche
tá ótimo,
am. De repente, me sinto uma intrusa, deslocada, e caminho rapidamente até o porta-malas do carro.
da envolvente onde eu entro. A porta é de
ira, as paredes são brancas, com quadros e fotos de família pendurados, e a primeira palavra que me v
an me olha. Ele está do lado de fora da cozinha, no pátio, caminhando lentamente pelas janelas com um telefone
ta. Eles estão subindo a calçada, cada um com uma bolsa em cada mão, e eu pego as d
stá olhando para o celular em vez de falar, mas rapidamente levanta os olhos e sorri. Um so
á, f
a e ele a puxa para
em não f
gamos em um bom tempo. N
seguida e depo
você aqui, Elô. Você já
anço a
Nã
as e sorri, o que me faz
strar o lugar. Tem muita coi
ertando meu ombro gentilmente en
mostrar o qu

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