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ira coisa que Hal
ssaca que prometia um dia inteiro de miséria absoluta. Ela manteve os o
ar de seu velho colchão no Brooklyn, mas o
demais. Frios de
também era diferente. Seu apartamento geralmente cheirava a café velho e
ma mistura nítida de cedro, sândal
eceira deveria estar, tateando em busca do celular para
da sua mão pousou em a
o subir e descer len
con
preso em uma gaiola. Seus dedos registraram a textura da pele,
os olhos n
Mas Hali não olhou para as janelas que iam do chão ao teto ou para a arte
ndíbula levemente suavizadas, mas não havia como confundi-lo. O cabelo escuro
as P
ldings. O homem que poderia de
s de champanhe que ela consumira para entorpecer o tédio. A viagem de elevador onde o ar de repente se tornara rarefeito dem
ador, inundou suas veias
sso era o fim de sua carre
vi
vezes na noite passada. Ele não atendera. Foi por isso qu
r. Agora. Antes q
pareciam pesados, não cooperativos. Ela balançou as pernas para fora da cama, os pés afunda
olta procurand
sma alterara para parecer alta costura,
o na costura. Uma memória visceral das mãos de Esdras arran
Ela estava nua, presa na
quarto a fez pular. A po
astejando para trás até que suas costas bateram na cabe
aiu do b
aterrorizante. Ele usava uma toalha preta baixa nos quadris, gotas de água a
controlada. Sua presença preenchia
do-a enquanto ela agarrava o lençol. Ele não parecia envergonhado. Ele
z era um rugido baixo, ás
saiu. Ela limpou a garganta, a v
isso foi... eu p
nto fluido, porém cuidadoso, em direção ao enorme closet. Ele desapa
locou no
isso - d
Chanel. Ela olhou de volta para ele
cômoda, cruzando os br
sada, e minha posição, precisam
scou. -
ras. A palavra pairou n
a sufocada. Era um so
dras permanec
ão de marca vital e confidencial atualmente em fase de negociação sensível. Um casamento repentino, no entanto, pode ser ma
noite em que ele a tocara de maneiras que a faziam queimar só
u Hali. - Eu não vou me casar
mente. - É um contrato. Um acord
orado - Hali d
s. Os olhos de Esdras se estreitaram, uma c
so, como se referisse a um erro administrativo menor.
ueixo, tentando salvar algum fra
ões ontem à noite - afirmou
eu. - Isso nã
as costas para ela, caminhando em direção à máquina de ca
movendo sob a pele. Ele a estava dispensand
oupa e correu para o banheiro, tr
cabelo estava um desastre. Seus lábios estavam inchados. Havia marcas ver
rosto, esfregando com força, tentando la
ueta clássica da Chanel, mas com um corte moderno e ousado
u. Serviu p
a. Servia assustadoramente bem - talvez fosse um tamanho de amostra padrão,
ensamento. Ela
ntima. La Perla. Renda pre
fechar os botões. Sentia-se como uma boneca que ele havia vestido. E
um sofá de veludo, uma xícara de café preto na m
Você vai
ós vamos fingir que isso nunca aconteceu. Eu vou trabalhar, e serei uma
ão à porta, os saltos
. Era baixa, mas exigia obediênc
rando sobre a maçane
lve es
la praticamente correu para o elevador, apertando o botão
e encostou na parede espelhada, fechando os
úmeros em contagem regr
a, usando o cabelo como escudo. Ela andou rápido, ignorando o po
nsando que tinha conse
no meio-fio, bloqueando seu caminho
Esdras, estava no banco do motorista. Ele olhou para ela com
nley. - O Sr. Poda me ins
ita. Não havia táxis. O metrô ficava a três quarteirões. Ela
ava enc
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