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Uma Noite Com Meu Chefe Bilionário

Uma Noite Com Meu Chefe Bilionário

Autor: Delilah
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Capítulo 1 1

Palavras: 1649    |    Lançado em: 03/03/2026

que prometia um dia de miséria. Ela manteve os olhos fechados, relutante em deixar a luz da manhã agredir suas retinas ainda. Ela se mexeu, esper

nto geralmente cheirava a café velho e à vela de baunilha que ela queimava para mascarar o cheiro da cid

ficar as horas. Sua mão não encontrou madeira ou plástico. Em vez disso, sua palma pousou no colchão amarrotado. Os lençóis de alt

ava contra suas costelas, um páss

os olhos b

s janelas que iam do chão ao teto ou para a arte moderna nas paredes. Seu olhar estava fixo na porta de

hampanhe que ela consumiu para amortecer o tédio. A viagem de elevador onde o ar de repente se tornara rarefeito. O ca

arou de respirar. Isso era uma catástrofe. Era

vezes na noite anterior. Ele não atendeu. Foi por isso qu

ada, agarrando-a contra o peito. Ela tinha que i

reciam pesados, desobedientes. Ela conseguiu se sentar, balançando as pernas para o lado, seus p

m vestido de grife, estava jogado em um monte perto da porta. Estava arruinado. O zíper estava quebrado, o tecido rasg

o. Estava nua, presa na co

foi desligada. O silêncio que s

eixo, recuando de costas até bater na cabeceira

heiro se abriu

nos quadris, gotas de água grudadas em seus ombros largos e escorrendo pelos contornos definidos de seu abdômen. Ele se movia com uma graça rígida e controlada. A toalha es

s percorrendo-a, agarrada ao lençol. Ele não parecia envergonhado. Nã

dia,

eou, sua voz tremendo quando finalmente falou. "Sr

o fluido, porém cuidadoso, em direção ao enorme closet. Ele desapare

ocou aos p

sto", di

anel. Ela olhou de volta para ele, a

o peito nu. "Dados os eventos da noite passada, e m

scou. "

a. A palavra pairou no

engasgada. Foi um som h

pecialmente com uma aquisição de marca vital e confidencial atualmente em fase delicada de negociação. Um casamento repentino, no enta

ma noite em que ele a tocara de maneiras que a faziam queimar

. "Eu não vou me casar com você

nte. "É um contrato. Um acordo d

amorado", Hali

raus. Os olhos de Ezra se estreitaram, um

como se se referisse a um pequeno erro administrativo.

ueixo, tentando salvar algum re

ões ontem à noite", afirmou

heu. "Isso nã

costas para ela, caminhando em direção à máquina de caf

ndo sob sua pele. Ele a estava dispensando. El

a e correu para o banheiro, tranca

elo estava um desastre. Seus lábios estavam inchados. Havia marcas ver

rosto, esfregando com força, tentando la

eta clássica da Chanel, mas com um corte moderno e arrojado. E

u. Serviu p

aia. Serviu notavelmente bem - tamanho de amostra padrão, talvez, ou tal

ber. Abriu a caixa. Roupa íntima. La Pe

botoar os botões. Sentia-se como uma boneca que ele havia vestido. Ela

m sofá de veludo, uma xícara de café preto na mão

ocê vai

os fingir que isso nunca aconteceu. Eu vou para o trabalho, e vou ser uma a

o à porta, seus saltos

Era baixa, mas exigia obediência

o sobre a maçaneta. Não

vazio. Ela praticamente correu para o elevador, apertando o

e encostou na parede espelhada, fechando os

os números diminuin

a, usando o cabelo como um escudo. Andou rápido, ignorando o por

ensando que havia con

to ao meio-fio, bloqueando seu caminh

direito de Ezra, estava no banco do motorista. Ele olhou para ela

ey. "O Sr. Gardner me inst

havia táxis. O metrô ficava a três quarteirões de distância. El

ava enc

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