ava de sua calça de moletom, formando poças no mármore italian
ta de carval
e seda, verde esmeralda. O cabelo estava a
voando para a boca. "Olhe para
aço. Nem lágrimas de alegria. Apenas cho
," disse
cashmere branco e macio que parecia custar mais qu
fina. Ela correu para frente, braço
nçou para
lado. Foi um movimento suave,
te. "Você vai sujar seu cashm
olhou além dela para Afonso, que subia os degr
lta," Pluma sussurr
se moveu para o lado de Pluma, colocand
to, mais afiada que suas costelas machuc
ente, olhando para a entrada da gar
istal no teto era cegante. A luz refletia no
endendo a mão para o saco plástico de Alvorada.
para longe, apertando-
da escada segurando um copo de uísque, r
as pairou no a
lvorada calmamente. "É a
s olhos. "Dramáti
lisando o vestido. "Cuidado co
"E o que eu sou? O cachorro vira-lata que
sviou o olhar, incapaz d
uavemente, encostando-se em Afonso. "Certifiq
fotos de família. Agora, eram diferentes. Havia fotos de Pluma se forman
avia sumid
disse Alvorada. "Não me
passando, deixando apenas a dor no tornoze
ça. A dor aguda a ancorou. Não de
ara a empregada. "Leve Alvorada par
ara Afonso. Não olhou para sua família. Ela caminhou mancando, arrast
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