img Tortura ou amor do chefe?  /  Capítulo 5 O verdadeiro dono | 5.00%
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Capítulo 5 O verdadeiro dono

Palavras: 1678    |    Lançado em: 18/02/2026

r

mig

ulher quer deixar-me lo

que será um rival à altura,

dela e ela olhou-me nos olhos. Não conseguia pensar n

mprimentou-o quando o e

é um co

nhecido dela como meu, por isso, não sabem

igava-me, marcava um enco

ava-me, convidava-me para s

a provo

s a deixar o meu p

ndalos com os me

im, não

embre-se: o trabalho não

careta que n

é uma extensão,

O

ealmente me importa

olhos e depoi

u sant

a surpreendeu

ei-a

o também e

parque de estacionamento, onde o meu mo

r o motor, observei as manobras que

o e novo, e ela conduzia-

habituada a conduzi

inal a Em

ouvi falar dela, mas parece que

não estava. Nesse momento, rec

semana. Não é nada de sério; nem sequer lhe dei um apart

be que sou casado e que, quand

ligue; atendi porque

que pr

ig

uase com i

to e encontrei

uma sob

ero pr

continua a sair com o empresári

não perce

stou a

r disponível e que não me podes mencionar, mesmo que, por vezes, jantemos juntos e me d

o é i

ta. Não quero

coisas claras, embora já tenha f

, sou sempre

quase

com as coisas

ório e liguei par

ace como a Odri, ou alguém no futuro, de me nomearem ou

s não vou dar-me ao tra

m escrivão ou notário para

alguma coisa s

a a um evento e que jan

nto

nfor

gorante e encontrei

iscreto, onde a sobremesa era a lista

dido ao meu advogado e d

ção; não achava piada que outra pessoa tirasse

s do que pensava e a rapariga não

scritório, havia o da Ki

que comunicava internamente com o o

ue razão me lembrei

repare-me

bora tivesse tomado banho antes de s

um café duplo

r, já estou a le

ravés das paredes de vidro, vi as f

a Emma, embora nunca lhe tives

tava precisamente Emma, segurando uma bandeja numa mão e um

em voz alta, já que não tinha ne

ela por alg

a a trabalhar naquele cargo. "Entre", disse com indiferença. Ela c

ta e tin

ue razão estava a tr

", disse com

eja na minha mesa e fi

a que o dei

rtunidade de diz

e o seu rosto e

izer nada d

e a pisca

e na c

m li

m esperar por

a tornar-se num vício, algo que parece natural e que

frente, sem medo, te

olhar para as nádegas dela, que a sai

rto poder que não vem do seu rosto bo

e tinha dores de cabeça, mas perc

aísse para almoçar, se encarregar das minhas roupas

na na gaveta da

até ao mei

ay, o diretor-geral da Textil Norte

o de gerente se deve ao facto d

quero porque tenho

a posição, chegando mesmo a

o de diretor e, para muitos, tenho a ousadia de corrigir todos e

melhorar, embora reconheça que posso

que o Humberto é m

aram surpreendidos com a firmeza das

não correspondia ao de um gerente, que eu certamente desviava fundos ou que Humberto,

a riqueza vinha

inco anos mais velha do que eu

forte, pelo menos os têxt

galerias de arte mai

o esplendor, ela vendeu-me 3

o proprietário. O meu cunhado, Humberto, n

via par

cidade, era o diretor perfeito da Textil Norte e de todas a

milhares de hectares que tinham pertencido aos nossos pais. N

e não se opõe às minhas açõ

s campos; eu apenas me encarreguei de tudo o que diz re

ões comerciais, gosto de

consideram-me dono de nada

ar todos os núme

nos cederam a Textil, e fizeram-n

erto e a Sandy são um pouco mais reservados e costumam dizer que tanta ostent

ar muito, não dei

e trabalha, embora muitos pensem qu

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