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A Vida e a História de Melissa Carter

A Vida e a História de Melissa Carter

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Capítulo 1 Apresentações

Palavras: 2489    |    Lançado em: 24/01/2026

ondado de Duval, do qual é sede. Meus pais se mudaram quando eu tinha apenas 8 dias de nascida almejando começar uma vida do zero com novas oportunidades na época e desde en

o estava bem agravado, aquela notícia nos abalou tanto que eu chorei por horas depois de sair do consultório médico, não suportaria perder meu pai já havia sido bem difícil se conforma com o fato da minha mãe ter partido, sempre ficava para baixou quando pensava nela e minha salvação era a louca da minha

ia que se tornou minha segunda melhor amiga, sua personalidade forte é seu grande destaque, sonhadora mais sempre com os pés no chão, almeja ser uma grande pintora e parece ter nascido com o dom. Recentemente ela havia mandado uma carta de admissã

alavras para descrever o quanto a Ana é incrível, ela me ajudou em tudo e a considero como uma segunda mãe, o Afonso é um ser de muita luz com uma energia contagiante, ele assim como meu pai era

asa, senti tantas saudades de ouvir suas histórias todo dia antes de dormir. Um dos meus momentos favoritos era quando eu chegava da escola e minha mãe estava na cozinha preparando o almoço, sempre que ela me via chegando corria ao meu encontro me envolvendo em seus braços enquanto espalhava seus doces beijos pelo meu rosto me pergunt

pressadas de casa que minha mãe se esqueceu até de pegar o celular, me lembro que estávamos a poucos passos da porta de entrada quando tudo aconteceu, foi em questão de segundos e o corpo da minha mãe estava no c

a carteira e foi assim que o a recepcionista conseguiu entrar em contato com meu pai que não demorou muito a chegar e logo foi ao meu encontro, seu semblante era u

o, meia hora se passou e finalmente o médico surgiu na sala de espera procurando pelos parentes de Clara Carter e meu pai imediatamente se colocou de pé indo até o doutor que o chamou para o consultório

do finalmente chegou próximo de mim ele se agachou na minha e disse que estava tudo bem, havia sido somente uma queda de pressão e a mamãe voltaria aquele dia mesmo para casa, senti um alívio tão grande e todo aquele medo se d

resposta diferente. Resolvi questionar meu pai no caminho para a escola se minha mãe estava à espera de um bebê e ele negou abrindo um sorriso e entrou em outros assuntos, os adultos sempre acham uma forma de nos distrair hoje com meus 21 anos eu sei bem disso. Em uma madrugada acordei assustada com meu pai me acordando às pressas e me levando para fora do meu quarto enquanto descia as escadas com a bolsa da minha

ntei o que estava acontecendo e porque todos escondiam a verdade de mim, meu tio se aproximou tentando me acalmar e foi então que meu pai tocou no meu br

muito o que se fazer, me lembro de ser consolada por todos aquele dia, mesmo não tendo o entendimento de uma mente adulta eu sabia que aquilo era uma coisa muito ruim, meu pai achou melhor que eu

i o quanto ela lutou para sobreviver, houve um período em que seu quadro ficou estável e isso nos trouxe até uma falsa esperança, o médico até a liberou e ela quis muito ir à praia então fomos todos, na minha cabe

sta de recomendações para meu pai, estava ansiosa para chegar na casa de campo do avô da Cler, foi minha primeira vez voando de avião e sentir muito medo até minha mãe se

ela, semanas se passaram e minha mãe chegou a um ponto de ficar irreconhecível, quase não falava mais e nada parava em seu estomago, havia perdido muitos quilos e a quimio já não estava resolvendo o problema. Eu me lembro claramente do último dia que vi minha mãe com vida, era uma segunda-feira chuvosa e eu tinha acabado de chegar no hospital com minha tia Ana e o tio Afonso e meu pai veio me buscar na sala de espera, minha mãe queria me ver , caminhei de mãos dadas com meu pai até o quarto onde ela estava e

rolou a canção de ninar que eu amava e levou minha mão até seus lábios depositando um beijo demorado, acariciou meu rosto e disse que me amava muito, chorei em silêncio com e

eu coração acelerar no peito e meu impulso foi me levantar e correr até o quarto da minha mãe e quando cheguei na porta eu paralisei por um breve instante olhando a cena de vários médicos em volta da cama da minha mãe enquanto uma enfermeira tinha um aparelho nas mãos que era colocado sobre seu peito,

um curso de secretária, mais não trabalhei preferir ficar em casa cuidando do meu pai que adoeceu, as economias da minha mãe nos sustentaram por um tempo, mas dinheiro não dura pra sempre então eu tive que sair em buscar de um emprego, conseguir um trabalho de caixa em um café e

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