a
frente e só consigo
sobe ao redor do meu rosto. O gosto de ter
seguir respirar de novo. O a
so que o bebê sentiu
i direto par
ato no chão. A dor explode por todo
olta. O braço falha. O peso da barriga puxa
ha para mim. Os olhos dela descem para minh
metros do meu rosto. Som d
s altas e risadas, algo metálico bat
para o lado, rindo de alguma coi
hão não interrompe a
u fosse um buraco na calçada. Ela olha rápido para a minha ba
se organizar
ntre uma batida e outra, estalos curtos de rádi
heg
heg
ura a
elas se reconhecem, ning
rindo que "a madame tá sentindo". A palavra atravessa meu corpo como tapa.
esgoto distante, algo queimado. É o cheiro de
e mim. Uma voz surge,
a tá
a. Por e
eu nome, nã
sso e esse alguém p
tro, nem acaso
, porra - a voz sai debochada, segura, como quem não precisa explicar
mas o riso n
ga, dessas que não p
has mãos começam a tremer sem que eu mande. O ar fica curto. Meu corpo e
o chão quando a dor p
vel por um segundo, tentando e
minha mente foge para
do bebê, minúsculas dema
lado, mas a cada peça que en
cê c
bebeu
gole de água pudesse proteger o mundo inteiro. Eu respon
utra vez, mais intenso e o quarto
novo. Um olhar corta ela no meio
to um olhar rápido sobre mim. Não curioso. Avaliador.
outra voz pergu
alguém diz, de longe, como q
estômago virar, eles estão falando do m
mais r
uas mãos n
um caos para n
forte, como s
sor
i é pior que isso
inteira, como se eu pude
antes de ve
o em
a... ele ficou em silêncio por tanto te
ãos dele fec
rdeu um fil
arganta
ontecer comigo... pelo menos
ho... isso eu não se
. A pressão desce devagar, pesada, como se
Os dedos se cravam na t
ha que eu estou
deixou ele a
novo, um chute forte
em logo atrás,
nha voz sai falh
e entende antes de qua
u corpo está entrando em tra
le sempre responde qu
e... o meu filho
tro de mim é p
a tudo, cruel, inev
u aqui... quanto temp
e mim, alguém grita qu

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