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Ele Não É Meu Pai! O Herdeiro Protegido Pela Máfia.

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Capítulo 1 O SEQUESTRO

Palavras: 1756    |    Lançado em: 23/01/2026

a

ode ao lado

antes que eu entenda o

do sangue apare

ma mão agarra o meu bra

Ag

stado antes que

o se

egura m

a... o chefe ma

espiraç

? - alguém

ndo de

bebê, mas se ela começar a

cospe n

quando eu caio. O impacto ex

o é lutar, é pr

mim no mesmo segundo em que vejo os

pensamento

que eu disse

tudo

es

a... mas aquela decisão ia custar

oras a

o os olhos pela agenda sem ler. O estômago em

se sem perceber. O bebê se m

rta

no instante em que me vê, a tensão habitual desaparece e d

Am

beija como se estivesse chegando em casa depois de um dia inteiro long

o dele desce naturalme

, a voz mais baixa. - Está c

mexe na

ta, surpreso, os olhos dele

barriga, os dedos se movimen

te ter nos braços, filho

de leve na minha bar

eito

Lílian para mim? Preciso sair

e a testa

ha barriga. - E pensei exatamente nisso. Você não v

bri

e beija de novo an

omo se tivesse esquecido alguma coisa importante. Segura meu queix

ntra meus lábios e sai me deixando ali com

.

rro com a postura

ido pelo retrovisor

um segundo parece mais

ou - ela diz, colocando o cinto. - A gente trab

spondo. - Parece que tud

, dá part

o. Come alguma coisa e finge qu

over. Lílian ajusta o

de cedo, a sensação de p

eu aceitar sair

o. Os carros avançam aos poucos, para

estou pensando em faz

etrovisor pela

ara es

o dela d

tran

O

gente não saiu do luga

exe de novo

barriga, mass

ento. - Como se estivesse tent

ílian brinca.

algo em mi

a mente concordar. Ainda assim, atribuo ao ca

ela pergunta, not

o. - Só preciso r

ente fecha,

da fora do padrão. Um cenário comum demais

um menino encosta o rosto no vi

, nossos olhos

o sina

o tudo

, sem err

vem pr

ro do motorista explode em mil fragmentos que não cae

ncada, não abe

são assustadora. Não há hesita

Ag

la a

o re

o baixas. C

Minha língua grud

e me arranca do carro com

decide

alhou um choque que fez meu

no asfalto, sinto a pele se

chão de olhos fechados esperando o fi

io não poup

ra trás e prende com algo qu

melhor pra vo

de Deus, est

ando minha garganta em uma esperanç

o

lado, vej

jeto que perdeu valor. Ela reage. S

e a boca dela e a o

am, aquele olhar não ped

as para den

não

re entre as minhas pernas antes que eu consiga imped

Eu tento fechar as pernas, mas ele aperta meu

o, rápido, meu corpo i

eu escorrego. O corpo balança.

ta. Meu corpo s

. Por fav

fora. Outro. Dói. Não é só dor, é

antes que eu con

ger, mas nã

as não

só sei que esto

m mim despenca junto. Um

em, ningu

n não

e eu fiz foi dizer

rece e o pânico

não assim.

animal, um som que rasga a garganta e me expõ

algu

to, irônico

, técnico, sem curiosidade. Como que

que

siona o m

invade

orte, amar

Do

siona meu maxilar p

uxar ar. Meus pulmões queimam. O bebê se mexe com fo

fragmentado, er

via estar a

lado, ela também lu

olhos arregalam. As mãos dela

se cruzam, um

para o terror se

o começa a

primeiro, d

esponde

.

Não consigo mexer os braços. Não consigo gritar. O pa

r. Como se pedisse alg

a porta, nem

ro o que eu tentei n

sozinho. Minha

or vem em ondas que

r. O ar não e

r vem quente, puxando para baixo.

e eu engasgo

agor

r essa

ar alguém mas nenhum som sa

está fora do controle,

lgo pior do q

ieram só por mim? V

por instinto, tentando proteger al

a fria atravessa

. talvez eles não estejam esp

sperando o momen

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