Narr
cansaço que pesava no meu corpo. Tudo o que eu queria naquele momento era ir para o quarto da minha mãe, na área dos empregados,
Ivy - ele ch
ei por
g deseja falar com
da, que aquilo podia esperar, que não era urgente. Mas eu sei q
os da mansão. Meus passos ecoavam no piso impecável enquanto minha mente gritava que eu não queria estar ali
eceira da mesa, postura relaxada demais para alguém que claramente controla tudo ao
hor - me apresen
spondeu de
nti como se estivesse sendo avaliada como um objeto raro, uma peça fora do lugar. Não des
estendeu por s
ele pi
ra. Parker. - perguntou, c
respondi, firme. - Ela precisou se afastar
ia. O tom ácido que eu já imaginava existir naquele h
me sur
tempo que precisar - disse, simples
s me controlei rápido. Mantive
gada,
ora com algo diferente no olhar.
ndo o antebraço na mesa -,
ensionou, mas meu rost
ndição? -
, por tempo indeterminado, até eu dizer que não quero
o permiti que isso aparecesse. Não ergui as sobrancelhas. Não arregalei os olho
um breve segundo. - Se es
uma reação escondida. Algo que denunciasse medo
levantando-se.
elo mesmo corredor, mantendo o passo firme, até desaparecer da vista dele. Só aceitei pela minha mãe, terei que pedir demissão do restaur
o da minha mãe atrás de mim foi q
ing não é ape
peri
nto, eu estou oficialmen
mbora o peso daquele encontro. Vesti um pijama confortável, simples, e me joguei na cama estr
lular e lig
foi a primeira co
- respondi, tentando soar tra
ans
mo todos tinham sido gentis comigo. Não mencionei o olhar de Charles Sterling
bado, tá? - avisei. - Quero garan
endo disso - ela disse, c
no criado-mudo e me deitei de lado, puxando o lençol até o que
. O olhar calculista. A voz firme demais para alguém que dizia tão pouco. Ele é
so antes. Prometi a mim mesma que manteria distância emocional, profissionali
o insistente se infiltrou
não me deixar folgar,
a posição mais confortável
eza se formava silenciosa: essa mansã
em um jogo que ainda

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