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Histórico

Capítulo 3 E entregadores de pizza

Palavras: 2703    |    Lançado em: 15/01/2026

tanto o fim

nar meu corpo a qualquer momento - ou talvez fosse apenas o nervosismo. Só sabia que Elliot K

parecia long

ita com segurança irritante. Enquanto isso, eu me perguntava o que ele tinha feito duran

rou Maya Bloom, inclinando-se em min

so vazio, fingi

ndo o lábio inferior, os olhos famintos. Quando Adrian virou de costas para esc

nte, eu c

nda mais ao próprio corpo, mas Adrian parecia perigosamente consciente do e

dele sob

pe

ri

De

éu a cada

sta involuntária. Odiando ainda mais minha imaginação

para você, senhorit

ecoou firme

nte em que senti Maya me cutu

ares se volt

ia de qual havia

t, que lutava pa

sempre tem tudo sob controle. - Ele me lançou um sorriso orgulhoso. -

- Acho que amanhã seria melhor. Esta semana foi extrema

em Leon, evitando qualq

- Quero você na minha sala logo no primeiro horário. Como diretora

algo

profissi

escon

notei Leon e Arthur Sterling passando a mão

ous

meu trabalho? - questionei, in

sou. - O Adrian só considera se

tremamente interessado

dria

e enc

s deixava claro: estava me tes

e - anunciou Arthur. - Adrian, seja

se movendo, vozes se misturando. M

s, eu o dese

e queria era gri

ndo duvida

-lo, eu me levantei e saí da sala com passos

-se

se Ar

ncipal

Adrian B

tra toda a lógica, ele ainda

.*******...

o para o consu

s no exato segundo

em te ver aqui? - perguntou,

, indo direto para o d

a menor comoção. Sentou-se na poltrona e começou a pintar as unha

ou perdida... - levei as mãos ao

spondeu seca, sem se

de perto o meu setor. De

susp

ma oportunidade de con

tei abruptamente. - Eu fingi qu

o tão insignificante na vida de alguém, a ponto dessa pessoa lembrar do entregador de pizza, ma

os olhos para

Melhor não co

etruquei. - Uma coisa é fingir quando ele estava em

ns que eu não queria: O sorriso. O

Karin comentou distraída

e arranquei o ap

foto n

, Leon Har

ia: "Meu novo

Karin complet

rabalhar na Nova

publis. Está se aprov

onfirmando presença no Becker Bar, n

ara Karin e voltei

Becker Bar? -

com a

você se lembra dele - disse calmament

caixaram como uma peça

ada além disso - talvez ele mesmo esqueces

da? Ele acha que eu não lembro dele. Se eu não lembr

rou, olhando o relógi

te - argumentei. - Sua secretár

para a mes

um desses liv

incr

ério isso? Em vez de me ou

alguém que não era. - Em vez de assistirem Bailarina Cap

unta em silêncio: e por

ma - concluí,

si

o Bobbi

eu, com um sorriso irônico

.*******...

ue todos já estivessem no local. O foco, no entanto, ficou em Luna, pois Adrian não a conheci

os caíam de maneira provocante sobre sua testa, como se desafiassem qualquer tentativa de contê-los. Cada gesto seu irradiava uma mistura de confiança e mistério; o olhar intenso parecia perfurar minha mente, e o sorriso - raro e perfeitamente calculado - tinha o poder de fazer o

a falar sobre festas, jogos, conversas e todas aquelas aventuras que eu tentava esconder na memória.

a partir dele". Como se as melhores lembranças realm

mas por dentro estava tão

ue Eliot devolveu no início da noite - ela simplesmente me ignorou, dizendo

disse Maya, enquanto todos comentavam sobre aquele dia, o dia em que tivem

uecer, porque foi

os se aguçaram. O tom da voz dele tinha aquele peso provocante, carregado de lembranças e inte

ele estava fa

anzindo o cenho - achei que t

os fixos nos meus, medindo cada reação minha - nos

ele me chamou de irritante e me deixou ali, so

rei, mantendo o olhar desafiador, tentando esconder o calor q

repuxou aquele sorriso provocante, o sorriso que sempre conseguia me de

você gostou de todos os

s crescia de forma quase insuportável. A provocação dele não estava apenas nas palavras; estava no olhar

eci por ela ter interrompido - não querem r

me chamou para acompanhá-la at

m o pai avisando que precisava buscar a irmã mais nova em uma festa. Luna nem esperou que

eu ex-namorado, Matteo, seu eterno caso indefinido. Eu estav

não se importa de levá-la, né, Adrian? - p

s não podia ceder. Não quando sabia que Adrian aguardava por aq

distante, fazendo o silêncio constrangedor pairar entre nós durante a camin

ar o som, deixando a música preencher o ambiente, mas

ia sentir o perfume dele - um aroma que parecia gravado em minha pele, tão familiar quanto perigoso. Era impossív

a capaz de ler a minha alma, de me desarmar sem encostar um dedo. Na época, me apaixonei no mesmo instante. Agora,

ima no carro tornou-se pesado, carregado de tensão e desejo contido. Eu precisava me manter firme, mas

comecei a cantar junto, de rep

icasse - você não costumava gostar de rock, mas a única música que gostava era essa: Kno

nem tudo se esquece, como

le completou, e eu revirei os

me levaram naquela festa. Foi algo pequeno, somente com a turma. Leon pediu algumas pizzas e preparou bebidas; eu ainda estava debilit

ntregador de pizza, a pessoa mais aleatória em minha vida na época

e continuei a cantarolar até chegar na minha casa. Parei ap

me virei para me despedir, el

tume de acompan

untou, mas já sabia a respost

omínio de classe alta, eu era apaixonada pela arquitetura antiga, e minh

to pequeno, mas do tamanho que consigo cuidar." Adrian repet

e ainda lembrava de tudo,

sorriso de canto se formando nos lábios - aquele sor

eçou - mas eu não esqueci nada de você. E farei de

trasse para partir, e eu fiquei parada na

estes a e

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