sta de Hele
engasgado. "Arthur, você mentiu para mi
sa na tela. Seus olhos, geralmente tão quentes e cheios de luz, agora estavam nublados com a
ele começou, a voz ba
ondo toda a sua vida secreta?" Minha garganta se apertou, as palavras arranhando minhas cordas vocais. "Você é Chiaros
êncio se estendeu, denso e sufocante, entre nós. Cada
musa. Meu mundo, por muito tempo." Ele fez uma pausa, uma respiração profunda e trêmula escapando de seus lábio
visceral. Meu mundo, por muito tempo. Ele estava
ar os meus, um apelo desesperado em sua profundidade. "Isso f
m gosto amargo na minha boca. Ele realmente achava que isso era su
seu 'mundo', de repente precisasse de você, realmente precisa
ítulo passado." Ele deu um passo hesitante em minha direção, estendendo a mão. "Vem aqui, vamos c
?" Minha voz estava subindo agora, traindo o medo cru que se enrolava em meu estômago. "Porque ela claramente não é apenas
sada, Helena. Vamos descansar um pouco. Conversamos de m
ioso. "Não, não vamos descansar! Não vamos conversar
mores da recente queda na carreira de Isadora, uma campanha fracassada, uma necessidade desesperada
, me atingiu: ele iria. Ele m
quebrando. "Você vai voltar para ela?
s ombros caídos. "Não", disse el
m sua mão, vibrou novamente. A tela se acend
s eu fui mais rápida. Eu me lancei, agarrando a manga de sua camisa, meus de
o e algo parecido com desespero encurralado. Ele olhou para o celular, de
uspiro derrotado, el
, suave e ofegante, encheu a sala.
po de Arthur enrijeceu ainda mais. Ele não disse nada, a
ógrafo acabou de ir embora, alegando que não consegue mais 'capturar minha essência'. Está uma bagunça. Minha carreira inteira está em jogo." Sua
a agarrada à sua manga, mas ele nem parecia mais notar minha presença. Seu olhar estava fixo em algum ponto distante, perdido em uma memória, uma fantasia, um passa
te, a voz embargada por lágrimas não d

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