IO
madi
o que e
comercial, camisa passada no ferro, postura
pra filha, mas que, no fundo, tor
. foi c
imava den
artamento todo decorado. Só um ki
u caf
qui eu mando, aq
olha em v
r, hein...
espaço pra
omo a boca de surpresa, d
r qualquer lembrança do sorriso
olhos dela, sério, e solt
muito melhor do que se você tives
o lábio, como se ado
achand
a testa na dela
fo hoje vai
força de
to doce misturado ao álcool, o riso atrev
dia fácil, me provocava, fazia questão de
as mãos já descendo pela curva da
u e eu sinto cada maldi
tentar c
pescoço dela, a re
ha... Eu vou
, um gemido baixo e
s ombros e essa merda
urgente, como se quisesse marcar territór
rincar, rin
uito conve
ixo dela, forçando
vencimento.
to, arrastado, língua explora
pela coxa, subindo sem pressa, at
ndo por den
endo de leve o
Quadris encontrando os meus, como se
do o controle do Xbox e tudo que tava em cima
da ao meu
rouca, carreg
esquecer essa n
, devorando, antes de me lançar de n
, e eu quase protesto,
ernas, olhando pra mim daquele jeito cheio de
og
arganta, os músculos das
xar, mas é
xúria pura, como se soubesse
fecho os olhos por um segundo, como se pudesse cont
rinca com a fivela como
essa, um estalo simples que me arranc
fe
rem o zíper, devagar dem
os quase doendo de tanta força. Tento
o inclinando pra frente, bu
o calor, a ma
r baixo da minha cam
sa, cada toqu
, mas meu corpo não responde
ele sorriso sacana nos lábios dela
rdi
agora tá ajoelhada diante de mim, arrancando cada grama da
parte?
olapso, gosto da maldita pe
o controle, tô pronto pra implora
ocê é uma saf
não viu
scoço e dev
merda era fort
po, sua maldita boca faze
as mãos atrás da cabeça, e
As
, molhada. Ela o engole de uma
u ter arranca
cac
, aquele olhar di
lia com a mão tornando ainda mais
retesarão, a porra do
a impossível e eu não quer
los aproveitando
ou f*der sua
sto
puxei ela pra cima, caprichand
.
tin

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