inuaç
AL
em que momento ace
fácil que parecia tirar o peso da noite. Ou talvez fosse só pela necess
riga
e acomodar
ta e entra do la
ó o ronco do carro preenchendo o espaço. Ele
empre assi
olhar rápido antes de vo
s v
, dando d
tisfeito com
to da sua
o surpresa com a simpl
ue vo
Tô terminand
de, como se não estives
ma risa
e academia... só falt
ri j
socia
o homem
da minha próp
ainda mais, como se tiv
se clima, leve. Nada de insistê
o che
a pra mim. Sorriso discreto, olhar seguro. Diferente... tão
Vam
ão tinha chegado
entrar e espe
ixo que ele gu
a com luzes e batidas, mas
cê não s
sse a coisa mais
u d
algo. Algo que me corroía por dentro desde a hora em
entos. Não ia da
cê d
cardo, já depoi
iu e
levo
ens
m pensar duas vezes,
mim. Meus quadris se moviam sozin
panhar, meio perdido, mas eu
ançando con
encontraram os dele, lá na bancada. Copo na mão, postura rela
gando suas bebidas, se enc
giu com raiva
s e sorri como se estivesse no auge de um praz
guenta,
giu, interrom
udo be
educado, mas havia
lar
di, sor
dan
voltar P
do a ameaça do meu irm
le não deixou passar. Falou no
mentando, Analu.
fe
primeira noite
tom, quase
certo. Você pre
a abriu,
le que te
rgueu a
upa, te vê como ir
rga. Irmãzinha...
na frente, eu vou
astei
An
fosse pra ser contro
a raiva. Mas não demorou muito para
sa como
baixa, grave,
i os o
que se
sentou. Ficamos per
fez, Aninha. Eu
e! Você se ac
adino curvou
ão consegue parar
spiração
a! Ma
s palavras da minha boca ant
pegou minha mão.
trar o que é da
aio
já estava sendo
ica m
minhas curvas com autoridade, meu corpo respondendo como se tivesse esper
tros vã
cupados em enxer a cada do
meu ouvido arrepiav
minha pele, apertava me deix
s sair
rmu
xa ro
riso embriag
enlou
ei, já
.. Loucos, inconsequent
. Eu não conse
r que esse, n
da orelha e eu qu
mudou
olhos dele me v
primeira vez naque
u t
u quem o
o beijo no
, risos sem fôlego
e você b
i, prov
meu lábio, a respir
não é n
os com um sorr
te arrastados pel
do no banco de trás. Eu sabia... aq
ém era i
o queria lut

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