A Saga de Elian, o Plebeu Rei: Livro 1 O Sussurro e a Coroa / Capítulo 3 Procissão de Veludo e Aço | 5.77%nça. O perfume adocicado e empoado de flores exóticas, jogadas na rua por crianças pagas pela Câmara dos Mercadores. O odor acre de verniz fresco nas fachadas de madeira das lojas,
cheiro metálico e quente
da guarda cityana contra o calçamento de pedra, marcando um ritmo marcial. O troar distante de tambores, crescendo a cada minuto, anunciando a aproximação da procissão. E, por fim, o som
Aurion batia implacável nas armaduras dos soldados, fazendo-as brilhar como espelhos cegantes e criando um forno em miniatura em
arrou seu braço e o arrastara para a primeira fila, justificando: "Um jovem precisa ver a história, Elian! Não viva enfiado naquele cubículo escuro!". Agora, ele estava espre
cruzados, marinheiros com seus coletes sujos de alcatrão, todos com os rostos iluminados por uma curiosidade rara. E entre eles, os mais abastados: mercadores com seus gibões de
prociss
e eles carregavam gladiums reluzentes. Mas o que mais chamou a atenção de Elian foram os dispositivos em seus pulsos: braçadeiras de latão com cristais azuis embutidos que projetavam um campo de força q
ue mudavam de cor sob a luz. Muitos usavam lentes monóculo com engrenagens minúsculas que giravam sozinhas, provavelmente artefatos de visão ampliada ou de detecção de magia. Um homem particularmente obeso, com um chapéu enfeitado com uma pena de falcão-das-tormentas (uma criaturao poderia ser
rchou o Séquit
ivos. Apenas um silêncio repentino que caiu sobre a mu
ro fervido e moldado-escurecido e embutido com padrões complexos que lembravam galhos de árvores ou veias de folhas. Era mais leve, mais silencioso, e, intuía Elian, tão resistente quanto o aço. Não usavcudo circular leve e uma espada curta. Sua magia não estava na ostentação, mas na postura. Elas pareciam parte do ambiente, seus passos quase não faziam ruído no calçamento, e seus olhos, sharp e vigilant
se quadrado de quietud
a Lyra de
mas pela pura força do que estava vendo. Ele,
os eram de uma simplicidade devastadora. Sobre calças de linho branco imaculado, ela usava uma túnica longa de um azul profundo, quase noturno, feita de uma lã finíssima que caía como um líquidade. Não havia bordados de
lo, sem um vinco sequer, falava de um tecido de qualidade inimaginável, tecido em tear mágico. Sua beleza não era do tipo delicado das donzelas dos contos de Aurion. Era uma beleza estrutural. Seu rosto era oval, com maçãs do rosto altas e uma mandíbula determinada. Seus cabelos, da co
a pelas massas. Estava ali para
e como o ferro na forja, nem úmido como o mar. Era como o ar no topo de uma montanha:
ra apenas um rosto entre milhares. Mas naquele microssegundo, Elian sentiu que ela o viu. Não o jovem plebeu, mas o artesão que anal
te, analisando a arquitetura do porto, as expre
prata queimada em sua retina. Ele não pensou em princesas ou política. Pensou no corte impecável daquela túnica. No te
do no chão e murmurando para seu companheiro: "Matriarcas. Acha
o diante de uma obra-prima. E uma pergunta, pequena e insistentemente, c
eve, não estaria fazendo roupas para el

GOOGLE PLAY