vam meu amor constantemente, cobrindo outra mulher, Kassandra, de aten
as premiadas, foi gravemente esmagada. Mas Heitor e Antônio escolheram priori
les continuaram seu jogo cruel, comemorando o aniversário de Kassandra com uma festa luxuosa, enquanto eu sentava em um canto isolado, observando. Heitor
a. Minha dor era o esporte dele
rrer. Ele murchou e virou cinzas, deixando para trás algo duro e frio. Eu tinha ch
ítu
xia Monteiro eram patolog
eito estranho de
anos, testavam constantemente o amor dela. Eles fingiam indiferença, cobrindo de
sua miséria - era a prova de sua devoção. Era a
ente, acreditando que poderia consertá-los. Acreditando que seu
tava e
as: encontros cancelados, "esquecer" o aniversário dela enquant
a chegou em uma t
e de carro. Um
tava no banco do passageiro, um lugar que costumava ser de Alexia. U
caos de vidro quebrita, a mão que compunha trilhas sonoras premiadas para o cinema nacional, estava presa,
s olhou para a mão de Alexia, de
o estava
e disse para Alexia, "sua mão está gravemente esmagada. Preci
irou par
um ferimento na cabeça
o Hospital Albert Einste
crocirurgia neurológica complexa. Qualquer atraso reduz significativamente a chance de uma recuperação complet
do para Heitor f
seu rostinho uma cópia perfeita da expres
Kassandra
carou o men
Um brilho de algo - orgul
a, seus olhos grandes e sérios, mas
importamos com a Kassandra, vai ficar com ciúmes, e isso significa que e
posto sob a luz estéril e im
, uma aprovação silenciosa. Ele olhou pa
o. Cuide da senhorit
vam no zumbido em seus ouvidos. A dor física em sua mão não
declaração. Sua dor era o esporte
o pairando sobre a maca de Kassandra, seus
ntiu o amor que ela nutriu por anos morrer. Ele murcho
cação, uma decisão se
a não iria consertá-los. Ela ir
da cirurgia. O rosto do
ue podíamos, mas a demora foi longa demais. Há
ou dizer o res
e haviam dado vida a histórias com melodia, agora eram apenas mãos. A m
aram, sempre com Kassandra a tiracolo. Eles mimavam Kassandra, que expl
erando pelas lágrimas,
to uma máscara serena. Seu silêncio era uma lingu
ava. Ela o havia chamado do hospital, usando um
, disse ele, entre
com sua mão
a sala de estar onde Heitor, Antônio e Kassandra riam. Eles s
a teve permissão para entrar. A porta estava trancada, mas ela conhecia se
mponente. Mas atrás de uma estante, ela encontrou o que realmente procurava.
um santuári
do, Alexia chorando. Era uma linha do tempo de sua vida com ele, documentada através das lentes de um perseguidor. Em prateleir
eção de u
tão distante, tão desinteressado. Ela passara anos correndo atrás dele, tentando ga
a sabia, haveria "tesouros" semelhantes. Uma mecha de seu cabelo que ele cortara
era apenas o jeito deles. Que sua paciência,
ado essa ilusão. Isso não
óprio quarto e começou a fazer as malas, não de roupas, mas de memórias. Pegou o álbum
estava
casa. Passaram direto por ela, suas risadas ecoand
u e anunciou
ara o jantar. Ela é no
s olhos fixos em Alexia, esperando po
exia apenas olhou para e
fazia parte do roteiro. A falta de d
uma oportunidade, começo
fá azul ficaria muito melhor ali. E
itor, sua voz alta, para que Alexia o
virou e caminhou em d
sa, seu espaço, não s
m olhar, uma mistura d
em uma opin
espondeu
o dela nã
ônio davam comida na boca de Kassandra, elogiavam sua c
e em outro lugar. Então, um pedaço d
irar. Engasgou, as mão
os olhos de Heitor e Antônio. Heit
derrubando o garfo. "Ac
hão minúsculo, quase invisível,
para o jogo deles. O momento de preocupação genuína desaparec
para o lado
bem? Deix
a pegar o kit de p
eçando a embaçar nas bordas, e eles es
sangue na toalha de mesa branca. Então, ela desab
a escuridão a tomasse foi a voz de
fez. Tudo para c
o de sangue na boca. A casa estava s
o. Olhou para a mancha de sang
r quando ele voltou para a sala
how", disse el
", sussurrou Ale
gou, é
m a Kassandra. Você estav
demais para discutir
tou, a pergunta um fantasma de um su