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Dei um Tapa no Meu Noivo e Casei com o Bilionário Inimigo Dele

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Capítulo 1 Término por causa de uma maldita caneca

Palavras: 1664    |    Lançado em: 14/08/2025

ac

ivo me

como decorar nosso apartamento absurdamente caro, on

, acidentalmente q

deu um tapa n

fogo. Demorou trinta segundos inteiros para meu cérebro

tes, forçando as palavras a saírem

e resoluta. "Era só uma caneca com o rosto da Catherine," ele disse, como se minha reaç

dula, meu peito subindo e descendo enquanto raiva e h

eu passar pelo rosto dele. Então, desapare

i em me casar com você-o que mais você quer? Catherine s

ir embora por sua causa! E agora você tá com ciúmes dela?

dele feria mais f

mão ainda sangrava. Mas nada

e tentava mais uma vez explicar. "Não f

avia deixado uma carta. Nela, dizia que tinha visto meu diário, percebido que eu

cava privacidade. Eu nunca quis que ninguém o les

gredo foi exposto. Fui arrastada, pregada num pilar d

titular do nada, substituindo a menina dourada-eu deveria estar grata. Mes

eu fosse melhor que Catherine, sempre me viam como amargurad

minha bochecha

noivado. Uma onda de calor-raiva, humilhaç

obscurecendo minha visão. Pisquei rápido

nca mostraria fraqu

e sair dali, ou desmoronaria completamente. Qualquer resquício de dignidad

u meu pulso e me puxou

, precisando confirmar q

Limpe os cacos." Sua v

odia est

o e cuspi a palavra sem

ndíbula travada. "Tem cer

vam vermelhos, mas brilhavam de desa

a que pisotear meu respeito própr

ele, a raiva pegava fogo, pronta pra me devorar. E, por trás daquela raiva, ele par

ça emanando dele. "Última chance. S

terminei por ele,

momento, o ar ficou imóvel. Ele não e

ibertando de seu aperto. O gosto da liberdade ainda não havia florescido no meu

or

ão-pá! Um tapa ressoante acertou em ch

novamente, pes

ente, mas trouxe uma onda d

não pela dor, mas por um mundo que havia virado de ponta cabeça. Ele n

mamente para sua expressão atônita. Dei-lhe

o, arrastei-me para longe

r com minhas próprias lágrimas a deixá-las cair na frente dele. Então

anto raspavam contra o mármore duro. O sangu

minha bolsa e c

para casa. Longe de

ndo do prédio-para dar de cara com um peito largo e um

de silenciar uma sala inteira. Ele tinha aquela aparência de quem, se você o

o só o tornava ai

e para seu esconderijo-meu rosto ficou instantaneamente vermelho. Se i

ara a re

entrei rapidamente no

ima, revirei minha bol

ch

ramente declarou hoje

entamente a maçaneta da porta. Não adiantou nada, mas eu precisava extravasar.

enquanto soluços rasgavam minha garganta. As lágri

próprio choro, uma voz-baixa, suave, co

cha

que alguém sempre me interrompia justo

nta para fulminar com o

nte. O homem com quem eu tinha esbarrado lá embaixo-aqu

quanto seu olhar recaía sobre o conteúdo espalhado da minh

tanto que poderia acender um fósforo. Arranquei delas, me atra

ram contra a porta é que per

ra. Você está uma

pequena lente, vi ele se virar calmamente, destrancar

a em fren

Com um rosto daqueles-e aquela aura-n

nte vai deixar um vizinho novo e atraente te fazer es

m. Todos os homens

embrando a mim mesma de não ser tão tola de novo. Mas, por mais que e

celerado, e com mais urgência ainda,

tar para ir à cozinha, meu tel

a fez meu corpo t

isso, ela destruiria minha carreira sem h

ndi, sua voz cortou o

zer algo tão vergonhoso com o Rhys! Peça desculpa

ta-mas ela desligou antes que eu

nda não conseguia ganhar nem um pouco do amor deles? E Catherine-ela nunca

eg

se o suficiente, minha famíl

nunca vai

respeito próprio que

oivado com o Rhys-não i

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