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O Don Que Me Escolheu: A Noiva Cega do Mafioso

O Don Que Me Escolheu: A Noiva Cega do Mafioso

Autor: Fire Books
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Capítulo 1 Fernando Torrenegro

Palavras: 1631    |    Lançado em: 09/08/2025

ca luz capaz de me desarmar. E isso me enfurece mais do que qu

ín - C

s At

o quanto o maldito sobrenome Castilho. Um nome poderoso,

lho cresci sozinho, na escuridão e distan

mesmo, até porque, sinto um vazio dentro de mim que nunca será preenchido. O vazio causado pela ausência dos meus pais,

utalmente assassinados diante de seus olhos indefesos e ingênuos. Ali, naquele momento, diante dos corpos sem vida dos meus pais o maldito Castilho destruiu a minha inocência e o último resquício d

tamanha a minha furia. Engulo seco na tentativa de tirar esse gosto horrível

os Castilho eram animais nocivos que precisavam ser exterminados. Ao invés de lápis, carrinhos, eu aprendi a manusear armas

el. Sangue quente escorrendo pelos trilhos de óleo e os olhos fixos no teto como se ainda tentasse entender por quê. Eu não tive tempo de luto, porque poucos dias depois, naquela mesma se

porque, já não existia sentimentos dentro de mim. Ali, sem perceber, já haviam decretado o meu destin

disparo e o maldito silêncio que surgiu logo depois. E sobre

agem e riscar o próprio nome com ouro. Subestimou o que eu carregava nas veias. Eu era um menino qu

nca para fazer justiça ou vingança, cada pessoa interpreta da maneira que quiser. O importante é que

sposição, armas e silêncio. Tenho os 'porcos'(policiais), os tribunais e até os malditos repórteres no

anta tudo isso

sou fraco e nunca serei. A dor me moudou e hoje sou forte o suficiente para ir até o fim e cumprir com o meu objetivo e com o juramento qu

frimento é algo inútil pra mim. Eu quero que ele apodreça em vida, que mastigue a própri

colhi Luna. A

que servirá perfeitamen

uel do des

es e que é frágil aos olhos do mundo. Mas eu sei - ela é a chave

a, lentamente, assim como o maldi

orta me fazem

a, entra com o envelope da corte civil. - O juiz ass

último gole no meu Wh

da-

por uma assessora. Se trata de uma cerimônia simbólica roteiriz

imentalismo. Eu quero apenas o poder, e assim dest

chama a atenção. A cidade parece respirar tranquilamente, diferente de mim, que apenas ex

éu que mandei bordar e os sapatos de cristal que paguei - e caminhar na mi

golpe

terei a minh

ios tremendo sem saber o que vem. Ela não vai me ver, mas vai me sentir, e sa

u o pr

iro no altar d

o que me atormenta à noite. Algo que

a voz

e sem súplica.

Por

do anelar direito. Como se já soubesse a resposta, mas quisesse ouvir da

frio, mas não tão gélido quanto a lembrança do perfume dela que me ass

dão. As mãos pousadas no colo, como se estivesse à espera de

fiança é a arma dos tolos. E Luna... ainda é tola. Mas ela vai aprender. Vai sentir o mundo com os dedos, com o olfato e com a pele.

e não faço a menor questão de ser. Eu sou o

vibra e me t

chegou à casa de cam

van

. E finalmente... a noite. Onde ela vai deixar de ser Castilh

as ainda não é o momento disso. Preciso ser cauteloso e frio até conseguir

de novo e de lembrar a mim mesmo q

e quando sentir o que habita em mim - o ódio, o luto e a fome de vingança - talvez, b

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