img Seduza-me meu CEO perverso  /  Capítulo 4 Um pouco de diversão | 3.64%
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Capítulo 4 Um pouco de diversão

Palavras: 1557    |    Lançado em: 10/02/2026

z dele, no jeito como me olhava? Antes que eu pudesse enten

cortante, e me vi

e pensar naquela advertência. Era só por causa do traba

uvall estava começando a se infiltrar nos meus pensamentos, e eu não

me joguei no sofá com um suspiro que parecia tirar todo o ar de m

dia de glória? -perguntou,

a única coisa que me mantinh

ue não sei se quer me demitir ou... alguma outra coisa -disse, e contei tudo: o come

rtos, e quando terminei, soltou uma

do-. Já te falei, esse homem não está acostumado

a e dei outro

traísse. Porque, no fundo, a ideia de deixar Lisandro Duvall louco me

tei um suspiro longo, daqueles que parecem arrancar um pedaço da alma. Queria desligar, apagar o

bservei a roupa dele: uma camiseta justa que marcava cada músculo dos braços e um jeans que parecia gritar "olha pra mim".

m, jogada como se tivesse sido atropelada por

espondi, fechando os olhos de novo. A úl

tresse que tá carregando. Vamos pra um clube, conheço um novo, exclusi

o eram chinelos e uma série na TV, não salto alto e luzes. Mas Sebas tinha esse dom: conseguia te

disso -disse, embora minha

ebida, dança um pouco e pronto, nova em folha. Quando fo

nessa cidade, eu só me concentrei em estudar, e agora era trabalho e mais t

e -avisei, me levantando do so

sse dito que íamos de férias, e correu pro quarto

isso. Mas, que diferença fazia? Talvez uma noite fora fosse exatamente

eto justo que Sebas insistiu que eu colocasse -"É sexy mas elegante, Val, c

s deixava o suficiente à mostra, e me fazia sentir um pouco ma

eda azul que caía como uma luva e uma cal

lhava no reflexo da janela e me perguntava se

cara de modelo de Instagram. Mas Sebas, fiel ao estilo dele, cumprimentou o se

ndo. Lá dentro, o lugar me deixou de boca aberta: luzes baixas que mudavam de cor com a música, sofás de couro

o ao redor enquanto seguia Sebas a

ce de tudo -respondeu, piscando p

elo estrangeiro que conheceu numa festa na semana passada. Segundo ele, era alto, loiro, com uns

um gole na bebida quando chegou. O gin estava gela

r. Só quero que relaxe e se deixe leva

eito se soltando. A música, as luzes, o murmúrio da g

egada dele. De repente, se levantou de um pulo, com

cabelo bagunçado daquele jeito que parecia casual mas que com certeza levou meia hora na fren

ndo o clube. Havia casais dançando tão colados que pareciam uma pesso

trole, mas o álcool ajudava a não me importar tanto. Terminei o gin tônica e decidi ir pegar

e alguém estivesse me olhando fixamente. Foi uma sensação que su

olhar, meu coração parou. Era Lisandro Duvall. Sim, o Lisandro, meu chef

curos que caíam perfeitos nele e uma camisa preta que

ube inteiro girasse ao redor dele. Me olhou com aqueles olhos azuis

e, a voz calma mas com um tom q

gui responder com um pouco

destino continua no

eu copo de mojito do balcão, deu um gole lento -como

or subir pelas bochechas. Meu coração deu um salto, e p

e em voz baixa, quase um sussurr

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