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Capítulo 3 Um CEO desconfortável

Palavras: 1535    |    Lançado em: 10/02/2026

ivesse tomado três xícaras de café de uma vez sem respirar.

ito e era atraente demais para a minha saúde mental-, jurei para mim mesma que não ia deixar aquele homem me derru

um comentário sarcástico me fizessem duvidar

a: telas com desenhos pela metade, teclados batendo loucamente e o cheiro de café pai

conta, quando apareceu o meu chefe, com um sorri

a mão-. Hoje temos uma reunião importante com a Varela Spirits, uma marca de bebidas que o L

claro, mas depois do que aconteceu no corredor -quando ele se aproximou tanto que a voz dele quase queimou

n. O que eu p

ela reunião era decisiva para definir a campanha publicitária. Meu trabalho era simple

o na imagem de Lisandro sussurrando no meu ouvido, com aquela v

o documentos, garantindo que a sala estivesse perfeita e

xamente. Levantei a cabeça e, através das paredes de vidro que separavam os escritórios, o vi. Lisandro estava parado na porta do escritório d

batendo como se quisesse fugir do peito, e me xinguei por se

as só isso. Respirei fundo e continuei trabalhando, embora não conseguisse tirar da cabeça aq

lo. Entrei na sala com meu notebook e um bloco de notas, tentando pare

Martín sentou perto da cabeceira, revisando os apontamento

nza-escura com as mangas dobradas até os cotovelos, e aquela roupa caía tão bem nele que era impossível não notar

ria", repeti na cabeça. Não ia deixar que ele me afetasse de novo. Mas então senti alguém se moven

ele, com a voz baixa e um toque sarcástico que me fez travar a mandíbula. Aquele

levantei o queixo e respo

rturbar ninguém...

io? Deu um passo mais perto, e o cheiro do perfume dele -fresco e amadeirado- me atingiu como um

oje -disse ele, se aproximando um pouco ma

quela facilidade que tinha, como se não tivesse acabado de me deixar com o pulso acelerado. Sentei de uma vez,

otava tudo o que podia, mantendo a cabeça baixa para não cruzar com os olhos de Lisandro, que conduz

que não enganava ninguém e um sorriso que me deu má impressão desde o primeiro segu

o minha mão mais do que o necessário-. Uma cara b

rtável, mas sorri por edu

oz mais seca do que pretendi

eira, pararam. O corpo dele ficou mais rígido, como se estivesse prestes a se levantar. Não disse nada, mas aquela

perguntas fora de hora toda hora. Em um momento, enqu

ço muito bonito, j

o demais, e uma mistura de desconforto e raiva subiu por dentro. Mas eu não ia deixar que ele me

é melhor falarmos do orç

artín me olhou, e Lisandro levantou uma sobrancelha, como se não esperasse que eu lidasse tão bem

nsada, mas também satisfeita: tinha sobrevivido a Varela e mostrado que conseguia me manter

vem na m

O tom dele soava como uma ordem. Assenti e o segui p

vista para a cidade, uma mesa enorme e uma poltrona de cour

la fora do trabalho -disse ele, d

irritada com o j

-respondi, erguendo o queix

os na mesa. O espaço entre nós pareceu encolher, e o

se ele, com a voz tão grave que me arrepiou in

sse carregado de eletricidade, seus olhos baixaram para os

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