img A Noiva Duplicada  /  Capítulo 4 A Noite Em Que Tudo Mudou | 14.81%
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Capítulo 4 A Noite Em Que Tudo Mudou

Palavras: 1112    |    Lançado em: 03/07/2025

móveis e as cortinas pesadas. Mia estava sentada na beira da cama, segurando um copo quase cheio de uísque, uma

qualquer resquício de orgulho, Lara deixara instruções claras: "Você não precisará ter intimidade com e

itar. Mas agora, enquanto observava Héctor se servir de mais uma dose com

O álcool escorreu pela garganta, mas ele não demonstrou nenhum sinal

tor com um sorriso torto, olhando para o copo

abendo que aquela mentira estava se tor

ar a guarda, suas palavras se tornando mais relaxadas e seu corpo menos rígido. Ele pareci

funcionando, que logo ele dorm

r de repente abriu os olhos e um o

rrou em voz profunda, quase um

alhado. Ele estava acordado, e aquela pequena

r indício de verdade ou mentira. O silêncio e

o, Mía?", insistiu ele

desconforto. Levou a mão à boca, o

a...", disse ela com a voz tr

iro. Fechou a porta atrás de si com um estrondo, encostando-se na madeira f

que aquela noite terminasse sem mais perguntas, sem mais verdades reveladas. Mas o medo a do

ção era rápida e superficial, como se ela estivesse tentando expelir um peso invisível que pressionava seu peito. Cada s

Poucos minutos depois, seus passos diminuíram lentamente, como se ele tivesse desistido e voltado para

a uma estranha: olhos cansados, boca apertada, pele pálida. Aquela máscara que el

odia se dar ao luxo de falhar, não agora que a verdade se aproximava com

-se da cama onde Héctor dormia pacificamente, o rosto relaxado, vulnerável. Por um momento, Mía

impossível. A noite a

a beira da cama, ainda tremendo. Olhou para Héctor: sua respiração era lenta e p

que Lara lhe sussurrara dias antes, pouco ant

stacionamento do hotel. Você só

, aca

a desgastado até os ossos. Mia se levantou com cuidado para não fazer barulho. Cada rang

ínimo necessário: roupas simples, um pouco de maquiagem para apagar os traços de Lara do rosto e um pequeno

eu lado. Por um momento, ela sentiu uma pontada de culpa, quase um desejo de se incl

a mentira: o véu, o perfume caro, a prótese leve que molda

çava a romper a escuridão da noite. Logo a cidade acord

ez para o anel que ainda usava. Tirou-o cuidadosamente do dedo

.", repetia mentalm

o ao elevador era uma pancada estrondosa em suas têmporas. Lá fora, no estacio

terminado. Ou talvez est

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