inte no hospital, a
ssas conversas eram curtas e tensas. Ela continuava a insisti
perdoar. Tinha tud
ti a minha própria roupa e cha
to que partilhava com o Leo
da sala de estar. A voz d
ção a bater forte e dolorosam
zia a Clara, a sua voz melosa.
a de uma ternura que ele raramente usava comigo. "A Ana está a ser difíc
chorosa. "E se ela conseguir o divórcio? E se ela co
editar nela. A mãe dela está do nosso lado. Toda a gente
nte e afiada. Dramática.
a sala d
á. Muito juntos. A mão do Le
me viram, a culpa est
lto. "O que estás a fazer aqui? P
a minha voz perigosamente calma. "P
o é o que parece. Eu só vim ver como o Leo esta
olhar a passar de um para o out
o divórcio que o meu advogado me tinha enviado
a a brincar,
e depois para mim, a sua ca
u deixar que destruas a nossa vida p
no momento em que me deixaste para arder. No momento em que e
chorar. "Leo, ela
m passo na minha direção. "Pára de a a
retamente nos olhos, "assinar esses papéis devia ser
avras, a sua mand
. Comecei a tirar as minhas roupas
e. "O que es
," disse eu sem olhar p
nhum," disse ele, agar
ço com força. "
eceu surpreendê-lo.
ndo-se suplicante. "Vamos conversar sobr
eu, fechando a mala. "Tu fizeste a tua
a ainda estava na sala, a olhar para m
i à
es," disse eu, e a amargura na minha voz er
e não olhei