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Minha Garota

Minha Garota

Autor: Maya Green21
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Capítulo 1 PRÓLOGO

Palavras: 1655    |    Lançado em: 16/07/2024

OS A

preso quando saio correndo d

te é um pouco mais velha que eu, porém temos o mesmo peso e habilidades. O organizador do

ília é uma academia de MMA, meu pai treina s

entim (meu irmão gêmeo), Hugo, Roger o mais

r isso, mas logo penso: foi porquê quis! Ela nunca me fez nenhumafalta,

muitas vias movimentadas da grande capital carioca. E eu march

trança boxeadora com duas pontas (Hugo as fez). A pele avermelhada do ros

movimento enquanto caminhava tranquila p

ostava disso. Não era tanto como as outras meninas (exceto fisicamente, é

só o básico para nã

irmão gêmeo andava comigo às vezes, sou p

o de artes marciais. Serei uma grande lutadora conhecida no mundo todo como meu pa

o meio de quatro homens sem ter qua

quadras, nunca me aconteceu nada durante anos, já fiz esse caminho mai

eu e a min

a desmoronar: havia um carro atrás de mim com uma velo

io, coração sal

e esperar saírem do carro para me pegar ou se

ecei a correr, evita

ge que um carro, quanto mais eu corria, mais ele acelerava em minha direçã

as de treino que fizera mais cedo naquele di

m algumas roupas, pretendia dormir na casa d

te fugir da vist

sa onde tivesse gente, mas em vão. Aquele era um atalho que eu costumava pegar, um pequeno esp

alada com o carro de um jeito que se me mexesse viraria tinta de parede, os

e mim ragazza? - uma voz

, com sotaqu

do que sentia me dominava, não tive coragem d

pos

língua amore? - per

uim de alerta pini

de, mirei o queixo e acertei o pescoço por causa da diferenç

arecia se divertir m

ideia de te deixar ir. Mas vi que é

agarrou. Seus braços cobertos com uma jaquet

e pegajoso polvo, grudand

a e entre cortada, parecia

selvageria, arregalei os olhos apavorada e

Socorro! Alguém me ajuda! Socorro!

a um sussurro grotesco carregado de ameaças,

ajuda, me aj

o deixava, batia o pé nela com toda m

tei esmurrando-o. O fato de não conseg

rigou. - Informou calmo e depois só sen

entindo m

minha surpresa, não fui amarrada. Tentei fi

ém aí?! -

, parecia ser apenas um cômodo. Sem janelas.

da parede amarelada. O piso era sujo de madeir

om cuidado. Observei a minha volta mais uma vez, no

reocupado de ter exagerado um pouco na

sposta as s

ninguém! - murmurei baixo por causa do nó que havia na garganta.

rça na frente da boca para abafar o som, temendo irrita-lo mais. P

olhava por entre as lágrimas turvas, tentando buscar qualquer traço d

, com as costas pressionadas com força cont

mento bobo de como salvaria m

e... - sussurrou

o que iria a

tado de choque, pânico total. Mesmo com meu tempo de tr

ver

cabelo agarrando minhas tranças em seguida, fui surpreendida com um puxão f

ue meu pai ou meus irmãos es

que é culpada por tudo! - e

nças, fazendo o cou

uinada por sua causa! - gritou alto e bateu

segundo, ele repetiu o golpe uma, duas, três...

smo que quisesse, o zumbido dentro da minha cabeça me impedia

fez comigo! - determinado so

nas, fui ao chão, deixando meu corpo

em me cegado. A dor era dilacerante, parecia

bermuda e calcinha serem puxadas juntas, a madeira fria e

sangue parecia querer romper a pele; coração implorando para sair do

a que alguém ouvisse, fiz

ram ficando mais baixos, fui cansando de luta

eram

sse ouvido

piores dias

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