img Meu Médico Bilionário - Um herdeiro para depois do fim...  /  Capítulo 4 A companhia perfeita | 5.88%
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Capítulo 4 A companhia perfeita

Palavras: 1527    |    Lançado em: 10/07/2024

s lençóis pelo hospital. Já estava na hora de ir embora, mas Amargareth

entava ler o livro, estava muito mais pálido e com o

m falso o livro

gou os lençóis e pes

- Estava tentando ler, mas acho

alvez amanhã

dos de chorar por horas. Ela tinha um semblante cans

tá indo

a ter ido.

ueria muito saber se o Bentin

bia de cor que

ta! – Nando

vai ficar

ar mais vinte minut

meio ruim, e com o fr

Vamos... Eu juro q

r pra casa de qualquer forma. A mãe vivia dizendo que ela deve

ra um

trocou a roupa, mandou mensagem avisando q

sta foi

m Deus,

nsidade, mas logo desviou os olhos. Este

Bentinho ao ouvir da mãe que seria Padre. A cobiça por C

ando perguntou u

eu tenho a vis

iop

r. – Ela disse

queria ouvi-la.. Adorava a companhi

bre a doença, as implicações e até como

ava o teto. Se lembrava das viagens que f

r. Está um

peço um Ub

ada ela se aproximou, ia despedir de longe, mas Nando l

amanhã

amanhã

u o hospital e a

avam dormindo. Foi fácil pegar no

o ciclo da Quimioterapia demorariam alguns dias,

a, mas o motoris

. – Sophia apareceu, c

a Luiza, diga que esp

ando a porta do elevador

udo de longe pegou o pape

*

ou- se que estava de folg

o quarto, ajeitar as coi

iza se levantou

logo passa por aqui e eu

uma jovem namoradeira. Hoje ela namorava Tião, o h

por Tião a

Luiza a cham

um namorado. Parece uma

adorava pro

ue teremos nosso

vermelho. – Ela esperou a neta

mbém. – Luiza

ue Luiza acabou entrando em uma loja e compr

, a mãe ainda não havia aparecido, o que

o viu um carro parando, era luxuoso. A porta abriu e dele saiu Edson, de cam

ue em algum lugar daquela velha casa,

adiantou até o portão. - Ain

o bolso para olhar as ho

so sentir

mãe logo chega. –

a olhou de cima a baixo. -

. Sabia que ele gosta

uer aqui?

upas, as dele alguém roub

r o que

tudo organizado. Não foi difícil encontrar roupas, e bolsa. Luiza tentava não pensar

lou o portão? –

destrancado. – E

ais, ele vendeu as melh

a. Pegou Luiza desprevenida em um beijo lascivo, forte, e agressivo. Sentiu a gar

para se livrar, usou ao seu favor o que sempre

e afastou com a mão

or ele. - Agora sai daqui, não te de

machucada. - Você sabe que não terá escapatória, não será d

tou ele dizendo que fora ali pegar mais algumas coisas,

nha acontecido, entrou cansad

. Ch

segurou o choro

do dos meninos um pouco a mais.

ãe. – Luiza

jantava, conversou sobre o ho

tem? – Dona M

re isso. – Luiza respondeu. -

ela brilhavam. Não era a primeira vez que Luiza se a

mir, mãe.

movimentação na casa. Não queria chorar, aind

conversa no

o mãe? – A mã

eu cabelo ué! –

? Você é uma s

e nesse final de semana o Ti

Amelita disse, bem alto. - E para de me chamar de mãe

por trás de toda a confusão engraçada da avó

nem assim Luiza cons

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