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Capítulo 3 O baile real

Palavras: 1681    |    Lançado em: 28/06/2024

e imediatamente minhas narinas quando, ao encontrar Elisa, ela o

meçam a tremer. O Príncipe Rodrigo me convida a pegar sua mão e, quando o faço, sinto um formiga

s, e ofego. Posso sentir meu peito estrondear contra o dele enquanto ele examina

compara à sua beleza esta noite, Anna. Você é uma jove

arionete em suas mãos, completamente sob seu controle por toda a pista d

rno é impecavelmente cortado e refinado, todo feito sob medida em lã fina; com um fraque preto com detalhes dourados no peito e lapelas de veludo, calça combinando c

alavra durante todo o baile. Será que cometi um erro em

uperei. Em seguida, seguindo seus p

senhor possa fazer algo voluntari

ar os olhos um do outro, e fico gelatinosa ao chegar ao chão. Então, ouço sua risada em meu ouvido e me arrepio em se

ou estou fazendo alguma coisa que te

dar pela pista e aceno com a cabeça, embora pr

de sua mãe, é claro, que não esteja

nesta sala que parecem felizes e

ra rir quando tenho a chance. E sinto o Príncipe Rodrigo apert

se arrepia

sa Majestade! - resp

no quanto querem da

ás para nos juntarmos à fila, seguimos a coreografia e

o, senhor? Eu sou

segundos e depois passa a língua levemente sobre eles

juro que nunca vi uma mulh

como o senhor, majesta

olhar que me faz sentir como

saber

ele quase no ar e, quando me levanto, tenho consc

ega a minha e deposita um beijo quent

oltarei a falar com v

o vazio em todo o meu corpo enquanto

s ombros e me t

ém seria assi

o príncipe, Anna!

olheu dent

e minhas irmãs se junta ao meu, embora eu l

a para pegar o braço de nossa irmã Martina e caminhar e

z Teresa. - Ela é

so - disse ela olhando-la de longe.

olher qualquer uma de nós, plebeias, para se casar. I

ança de que isso seja possível, conhecendo a rainha, eu duvido; para essa mulher de caráter e inteligência, não seria benéfico se seu primogênito se casasse

Então, ao sorrir para um deles, encontro o olhar do homem que me desrespeitou anos atrás, o ajudante de cozinha. Ele me olha intensamente

o feliz dançando c

icença...-

aria de dançar

iência, porque desde aquela época não gosto dele e posso ficar fora de controle; não quero causar um

obri

o príncipe? - ele me pergunta, com aquele tom

e olho para

não, agora,

tra no

ter feito algo que valeu a pena naquela vez em que

fazendo com que meu controle saia da sala e eu o empurro com toda a minha força. Sem ver que atrás dele estava a própria rainha, incapaz de

até o mordomo para levantá-la, mas antes que um dos servos p

seu poder. Quero ir atrás dele, mas paro quando vejo os criados fazendo isso, depois me viro

O príncipe se aproxima

com a plebeia com quem você escolheu dan

o na garganta. Não é o que você está pensando. Aquele h

rompe, com sua voz áspera e ofensiva. Esse não é o

avras me

e, dançar mesmo que eu não quisesse, forçar-me, é isso que quer dizer, permitir que outra pessoa tenha cont

a postura, vermelha como eu provavelmente estou. - Como você

coisa, como os rostos das minhas irmãs balançando a cabeça em total negação às minhas ações e palavras.

m de voz. - Tire essa garota insolente do palácio. Não permitirei

com o príncipe. Então, vejo por todos os lados os guardas se aproximando de mim,

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