img A mulher em mim. Memórias e destino  /  Capítulo 5 . CASAMENTO | 1.57%
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Capítulo 5 . CASAMENTO

Palavras: 1899    |    Lançado em: 16/03/2024

ia onde tinha encontrado a coragem para o enfrentar, como se todo o ressentimento que tinha acumulado desde a nossa infância me impelisse a c

ntre nós. Vamos gerir este casamento da melhor

távamos juntos, fingia que estava apaixonada por ele, mas não permitia que me tocasse. Organizávamos inúmeras festas no nosso iate. No dia do noivado, a minha mãe recolheu todos os meus cartões e entregou-os ao Luís. Segundo

o enquanto o Luís desfrutava de tudo ao seu bel-prazer. Desde que ele mantivesse

as mães. Como não tinha mais ninguém para convidar, exceto o

Nem se dão ao trabalho de me consultar ou de me incluir nos preparativos. Eu permito-lhes essa liberdade, pois, na verdade, não tenho qualquer interesse. Os meus avós estã

nea vontade, que estamos verdadeiramente apaixonados. Eles fingem acreditar e

onado pela minha sogra, assim como a tiara e o bouquet de flores naturais. Apesar de eu ter mencionado a minha alergia às margaridas, ela ignorou-me e incluiu-as no arranjo floral por serem as suas favoritas. Devido aos espirros

e revelou a minha alergia, ele prontamente concordou em remover todas as margaridas, provocando a ira tanto da minha sogra quanto da minha mãe. Por isso, senti um alívio imenso quando a min

e beijou-me, com lágrimas nos olhos. O meu avô, por outro lado, não quer

há tempo, pod

o bem, sei que não quer que eu case com o Luís. Na última vez que veio, há cerca de cinco minutos, a

e e vou viver contigo-, disse-lhe, libertando-me

ão estás apaixonada pelo Luís? N

as nada-, sussurrei-lhe ao ouvido. -S

de ajudar o teu pai? - pe

dadeiramente, não concordo que te cases. Não precisas de faze

sa censurar mais tarde, percebes? - Ele olhou-me fixamente, com os olhos aper

enrasque sozinho! - repetia ele, visiv

té gosto um pouco do Luís - acrescentei quase num sussurro, tentando convencê-lo sem c

ui enganar o meu avô, sou um péssimo mentiroso, mas olho para ele com um ar suplicante e ele concorda. Sati

o problema que o inútil do Luís te der, vai

dizer, abraçando-o de novo com muita força, co

rio e caminha muito devagar, como se não quisesse que chegássemos ao altar. O pai também

mesmo a fazer isto

sado que se ele me pergunta

or isso - respondi,

e quisesse que eu dissesse 'não'. O que é q

qualquer sacrifício por ele, que o amo muito. Ele abra

m, não te preocupes.

rça e separámo-nos para ficar à porta. Posso recusar? Não, a minha mãe disse-

ês anos de sacrifício para

bindo uma expressão de emoção que todos interpretam como genuína. Tudo sucede

certo receio de estar sozinha naquela imensa cidade. Nos dois primeiros dias, fiquei reclusa no hotel; ao terceiro, aventurei-me até uma praça a dois

a família. Parecia visivelmente contrariado. Por fim, deixou-me com o motorista e ev

or, fechou a porta do armário com tal irritação que atraiu os olhares do

oblema contig

fazer-me um fav

iz-me o qu

sse económica. Quero sentar-

que ouvia. Contudo, ao perceber que falava a sério,

o número

e cinco A, j

sta parte do avião e, já agora, não era obrigado a ficar ao lado dele durante dez horas insuportáveis. Reparei que uma loira des

guns anos mais velho cumprimentou-me com um sorriso; limitei-me a acenar com a cabeça, sinalizando uma resposta ao cumprimento e indicando a min

nstruir-me a justificar a sua ausência aos seus pais, caso estivessem à nossa espera na nova casa. Por sorte, não estavam. Após recolher a mi

l; contudo, quando chegou finalmente a minha vez, todos os táxis tinham desaparecido. Exausta, ponderei

ando um Audi preto parou à m

Pensei que precisasse de orie

ajudar?- perguntei educada

onge, posso dar-lhe boleia, se quiser

or um táxi,- recusei, afastando-me do carro

sequer te incomodei! Conheço os teus avós. Os meus pais são amigos deles

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