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Capítulo 6 Sempre Observando

Palavras: 1500    |    Lançado em: 26/10/2023

s d

rava, colocava uma bandeja sobre a mesa que ficava próximo à cama e saía sem dizer palavra alguma. Não importa o quanto a ruiva

a algumas páginas e se cansava em seguida. Por fim, exausta e com tédio, se rendeu a uma das obras, a lendo por completo. Em três dias, já teria lido cerca

prepara para ser trancafiada em um quarto escuro novamente. Não eram pensamentos volunt

de que não estaria segura no cômodo onde foi colocada, mas em seu interior

o sabia ao certo o que estava acontecendo, mas teve o pressentimento de que algo estava sendo preparado. Observando através da brech

a constantemente. Vasculhou cada canto daquele quarto, e não encontrou nada que rem

ue ouviu o asqueroso homem dizer sobre eles. A voz de Damiano ecoava em sua mente, da mesma forma em que a cena de seu sorriso dissimulado se repetia ao contar sobre o env

alquer informação útil que pudesse ter sobre onde estava, e quem eram aquelas pessoas. Quase todos os moradores da Itália têm conhecimento das Máfias que tomam conta de cada província, porém, Victoria não fazia idei

olocá-la naquela situação. Victoria nunca teve o hábito de exercitar sua fé, mas durante os últimos dias rezava continuamente, pedindo auxílio

anta trazendo seu almoço. A mulher entrou no quarto nitidamente bagunçado, mas não expressou nenhuma indignação. Ap

- Ela disse, pela primeira

sa situação. - A ruiva sorriu

de sair rapidamente. Victoria tentou correr para arrancar qualquer informação que fosse,

ragem de sair do quarto uma vez sequer. E, pela primeira vez, se viu parada no corredor em frente ao quarto onde estava. Seus pés descalços tocaram a porcelana fria no chão, e Victori

a mão tocar seu ombro sem sutileza alguma, e seu corpo

o deboche nítido em seu rosto. Victoria simplesmente congelou

pas o suficiente em seu quarto, mas para sua sorte, Damiano não sabia disso. Ele segurou em seu pulso firmemente, pr

ta de madeira. Catarina abriu a porta, sonolenta, e

la perguntou, fechand

rrou para o quarto da irmã, com um sorriso cínico e

roupas o suficiente para uma semana - Catari

e ajudou, pensei que pelo menos poderia me dizer se eles estão

podemos conversar, e você

or favor, me ajude. - Victoria sentiu as lágrimas rolarem em seu rosto e o desesp

principalmente, ficar longe do meu pai e do Damiano. Entendeu?

as pessoas, e se continuo viva, algum motivo por trás deve ter - recuperando sua co

a estão em perigo, então precisa se manter a salvo para vê-los nova

o. Sem reação, a loira permaneceu imóvel. Ao vê-la sair do cômodo, Catarina p

u outra batida. Era Damiano novamente, com uma expressão desagradável em

la perguntou, soando c

você não falou

r o que vocês planejam ao deixá-la aqui - Se sentando em sua cama, Catarina

- Ela não perguntou sobre os pais? - Ao fazer a pergunta,

não é burra - a

no perguntou

ém moro aqui, idiota. - Ela se dirigiu até a p

ndo, Cat. Não se esqueça - ele respondeu,

spiro inquieto. Se questionou se estava ficando louca ao colocar tudo a perder ajudando

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