img Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood  /  Capítulo 4 Venha, minha doce cigana | 8.33%
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Capítulo 4 Venha, minha doce cigana

Palavras: 1517    |    Lançado em: 12/10/2023

e

igo George Thorpe sobre uma fazenda que ele estava pensando em adquirir. Seria uma viagem rápida, mas ele insi

m presente para minha irmã, quando uma agitação tomou conta da cidade. Eu observei uma

ficou encantado com tudo o que acontecia. Eu retomei minha atenção par

nhados que exibiam um brilho quase selvagem, longos fios negros que estavam soltos sob uma bandana co

i-la, observando um homem empurrá-la para a porta da igreja. Aquele gesto me incomodou, mas logo a jovem se rec

até que a chegada do reverendo acabou com aquela festa me tirando daquele estado de fascinação, eu me afastei discretamente d

- George perguntou

u minha atenção - Eu d

er bem rígido - Ele comentou,

o seja contaminado pela imoralidade - Eu

guntou despreocupado,

um reverend

m aquela cigana, sua voz rouca aliada àquele sorriso que ela exibia enquanto sua unha

me incomodou bastante, como era sua vida? Ele a

ro enfeitado com fitas que ela

comentou voltando para perto de mim - Co

ei observando o pan

r isso? - meu ami

informei, retomando o caminho

ouca daquela cigana, a maneira exótica como ela pronunciava cada palavra,

her era fa

so breve encontro, já que era pouco provável que voltássemos a nos encontrar. N

guinte, deveríamos aproveitar ao máximo o tempo para a viagem. Passaríamos a noite em Preston antes

o, onde trocaríamos de condutor. Pensamos que teríamos uma viagem tranquila, mas uma turbulência nos

ou através da pequena janela de aces

homem pediu - A jovem

pelamos

encontrando uma garota de costas, reco

s por pouco, senhor

imei com cuidado, pelos seus traj

conteceu

te de sua roupa estava queimada e seu rosto estava marcado por lágrimas. Seu olhar aterror

ou tenso ao ouvir algumas vozes entre as árvores, eu segui seu olhar, notando o que parecia ser um incêndio a u

Ela sussurrou, dando

as estava claro que eu não poderia deixá

- Eu indiquei, pousan

astou bruscamente

- Eu questio

e a carruagem e a floresta, provavelmente co

- Eu tentei mais uma vez -

praça - Alguém comentou, fazendo com

i, dessa vez sem prot

fechava as cortinas e indicava para o c

do lado de fora gritasse algo em escocês com o condutor. Ele

ssurrei para a jovem - E

abri a cortina, observando o homem parado ali ao lado da minha janela. Algu

so aj

- Ele indicou com o sotaque carreg

mos nada - Eu neguei - Es

ulseira de ouro na estr

os encontramos com algum cigano, Senhor

O Reverendo Gillies decidiu ante

direção ao chão, a jovem cigana exi

alguns - Ele prosseguiu despreocupado - mas aquela men

queimá-

sto sujo de fuligem, outra

stol - George interrompeu o homem com um olhar duro, en

anizar uma caç

na lateral da carruagem - Faç

is uma vez em movimento. Eu a ajudei a se erguer do chão, e se se

- Eu observ

bam para onde estamos

stionei a cigana sentada ao

ola que repousava em seu

r o que aconteceu? -

r seu nome? - Eu pedi, a

r um tempo antes

la mordeu o lábio - Me

a família importante de Edimburgo.

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