img Lua de prata - O acordo  /  Capítulo 2 Nas garras do alfa | 1.92%
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Histórico

Capítulo 2 Nas garras do alfa

Palavras: 1593    |    Lançado em: 05/09/2023

açados diante de seu povo. Porém, ao ouvir a lâmina do monstro sendo gu

ca. - O Alfa a olhou nos olhos e perc

rguntou Eugênia, determin

, e seu irmão quebrou o acordo ao se envolver com essa estúpida a

ulpa do que eu fiz! - Thor segurou-a

Eugênia, aceitando o

mas Thor não queria soltá-la,

amília sofrerá as consequências. - Ela pediu para

favor! - Im

caso Eugênia não fosse com o Alfa. Entre lágrimas, Thor a soltou e Eugêni

te do líder Lycan agitar seus cabelos negros. À medida que eram levados, o bosque que antes era

me portão se abriu para recebê-los. Eugênia olhava ao redor, bus

nossos portões ainda respirando. - Radesh, um dos seguidore

alimentar até que eu permita. - Ordenou o Alfa, desafiando-se a o

a para ser aprisionada no castelo, onde aguardari

s sons que emanavam deles, não parecia ser humano. Ele a empurrou para uma cela que, felizmente, estava vazia. A jovem olhou em todas as direções em busca de uma saída, encolhendo-se em

s, decidiu mostrar-lhe todo o seu poder. Dirigiu-se ao seu aposento e Lilith aproximou-se de

is. Prometo que nunca mais me deitarei com um mortal

com força, trazendo seu

a. De agora em diante, o licantropo que te tocar como mul

mestre, ainda mais após ter provado todos os

pareça da minha frente antes que eu me

roupas e desceu até a masmorra, seus olhos eram treinados para enxergar na escuridão. Lá encontrou Eugê

- Ordenou o Alfa

oz do Alfa, ele entrou e se ab

? - Sempre altiva, ela era, sem dúvidas, a

s uma humana, poeira debaixo dos meus sapatos.

odos os humanos que transformou em monstros como você! - O A

o. Suas presas surgiram e seus olhos se tornaram amarelos. Ele farejou o medo dela aumentar e seu coração

ivesse sido sua intenção. Rasgou uma tira de tecido da túnica que usava e amarrou sobre o fer

lugar de Lilith, e eu te t

mais uma de suas escravas!

sor

e dando? Seria a única humana em mi

o e sim uma condenação a qualquer m

terá! - Ele saiu da cela e mandou que a trancassem novamente.

o seu ódio em forma de prazer. Mas nenhuma delas o excitava como aquela jovem morena, d

para ele estúpidos. Bastava que o Alfa desse uma pequena ordem para que Eugênia deixasse de existir. Ainda assim, e

seus sacrifícios pudessem garantir a segurança de seu povo. Apesar do medo que sentia, estava determinada a ser forte. As palavras de sua mãe

a e ouviu um sussurro

erguntou, sentindo

nútil falar. - Respon

mpo você está aqui? - Eugênia insist

osso me lembrar. - A voz resp

gênia indagou, imaginando se ela também

isso, é uma história tri

Eugênia perguntou, curiosa

isa para você? - Respondeu

icaremos tão sozinhas. - Eugênia propôs, desejando estabe

perde e, se ele te escolheu, fará tudo para ser dele. Até mesmo dizimar as pessoas que

cela, e pôde vislumbrar a silhueta da mis

nia murmurou, sentindo o

tais sensações. - Respondeu a prision

rato sendo destro

ue vo

er vencer o seu algoz, deve fazer o mesmo que eu! - A

isioneira. Será que seu destino seria decidido em breve? O medo e a impotên

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