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A Última Górgona - Livro 1

A Última Górgona - Livro 1

Autor: Jacief
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Capítulo 1 A Pior Notícia

Palavras: 3332    |    Lançado em: 16/08/2023

unca ficava em casa, porque as suas amantes lá fora eram muito mais importantes que a sua filha e a sua esposa. Era tão maravilhoso não o ter por perto, pois

ava esq

ente que assolava o meu corpo. A preguiça impedia a minha locomoção. Sou uma garota de dezessete anos, na flor da idad

eber que eu ainda continuava sonolenta da noite mal dormida. Entrei no banheiro, tomei banho e escovei meus dentes que estavam mais amarelados que implantes de ouro, vesti a farda da escola que estava pronta

o dia de aula do terceiro ano e sendo sincera, não preciso de maquiagem, pois a minha aparência já passa a impressão que estou, ou melhor, me sinto maquiada, pois a minha pele branca é quase

á na mesa - minha mãe disse

- respondi

mesa, e poder tomar meu café normalmente, olhei o reló

o dia de aula? - perguntou empolgada, pa

ama, mas fazer o que, né? - lamentei apoia

quase me fez rir dos seus grandes olhos arregalados, tentou re

de destilar euforia, o que me deixou agradecida. Não aguento

perguntei por mero hábit

isse, recuperando todos os traço

estado traumático. Mas naquele momento ela parecia viv

a cadeira para seguir em direção a porta, parando apenas por um instante - Aliás, não. Quando ele apa

rimeiro dia de aul

ntidade razoável de pessoas sentadas na frente, fui para o fundão do veículo onde ainda havia alguns lugares vazios. Sentei na antepenúltima cadeira da fileira esquerda, peguei meus fones de ouvido e

fato de eu ser novata ou se havia algo realmente estranho em mim, não sei. Quanto mais caminhava, mais as pessoas encaravam, acho que fiz uma merda muito grande na minha maquiagem, era a única

retoria para receber o plano de aula e pudesse ir p

porta marrom com o let

so entrar? - bati na por

isse a diretora se

aluna do terceiro ano, que

ista que estava em cima da sua mesa - Sua sala

não me perguntasse nem lem

para você - garantiu, me e

a - saí da sala

ela me informou, 13B quase no último andar, sério, odeio escadas. Cadê o elevador? Tr

fessora de português. - disse a professora sentada à m

essora - respon

até ficar de frente para os alunos - Classe, essa é Martina

todos disseram tão d

ue isso é quando nos fazem se apresentar.

à vontade - disse

teza serem ao meu respeito, afinal eu era a novidade daquele colégio. Fingir não escutar e ten

mais três aulas, estava esgotada, precisava comer e como música aos meus ouvidos ou

i que estou sem armário, mas a diretora prometeu que arrumaria um para mim. Sinto do nada um

has coisas, se quiser, é claro - sugeriu ele,

, nem me conhece e pare

nerd, o que fazia jus já que pela cara parecia ser mega inteligente. Acho que será bom fazer amiza

e, entregando a

perguntou enquanto ajeitava

ndo com os olhos

- Riu gra

itamente. Espero que a diretora não demore muito para me dar um armário, não me

m garoto que não parava de me olhar, parecia me encarar com segundas intenções, deve estar atraído pela minha maquiagem horrorosa. Eu não vestia nada demais para chama

ue ele está v

lhares eram para mim. Peguei minha bandeja e coloquei em cima da mesa self-service de alumínio e caminhei para sentar na única

eu nesse

a por aqui? - El

aula - digo, recolhendo as mi

é o s

ina e

gesto de cavalheirismo que automaticam

e dá de ombros mostrando que escutou, o que

mas me fala o que voc

to de assisti

- Ele me i

curto muito, gosto de histórias

sorriu. - Já assisti

Não curto séries macabras, na verdade, eu estou term

os próprios pulsos numa banheira menos macabra que a série de

banheira tem um contexto mais interessante que um bando de mo

ê tenha razã

ão - repliquei, olhan

seria difícil ganhar de mim nos argumentos. Minha mãe costuma dizer que n

ontinuou se mostrando ainda ma

sto de mitologia grega - falo, arranc

um fenômeno! - bri

u adoro

a começar a cantar alto sem se importar com atenção que estava trazendo, um grande louco, óbvio, mas a música "Always" do Bon

e me incentivou pe

a day - não resistir para só en

avam quentes, agora quase frios e intocáveis nos pratos. Fiquei um bom tempo admirando aquele garoto à minha frente. Rodrigo é moreno, tem um sor

ele é um s

azul hortênsia de mim, enquanto comia seu misto quase frio. Eu tentava disf

na cadeira com um controle aumentando o volume para assistir o jornal. Aquil

sta invadiu a ca

. Os documentos encontrados no local identificaram a possível

estavam vendo e os meus ouvidos escutaram. Pouco a pouco a mi

ndo?", era só o que

o sanitário que avistei pela frente. Era meu pai que estava sendo noticiado na TV. A sua documentação estava bem nitidamente estampada na tela, era o meu maldito pai. Eu não conseguia compreender as minhas reações. Era para eu es

ue aconteceu? - disse se abaixando para ficar na minha altura, o abracei e me escondi em seu peito chorand

... era do meu p... pai -

ixarei você sozinha, tá bom? - ele prom

açou bem forte e sem deixar de acariciar minha nuca seguido de um beijo na test

já sabe - Me levantei com dificuldades do chão devido à tontura que ha

ra casa se preferir

cê deve estar cheio de problemas, não q

ara casa nesse estado. Vem, eu te levo - Ele i

edir permissão para ir embora, expliquei toda a situação, ela entendeu e assinou a minha liberação, mas não antes de me d

a ao meu lado não era um simples garoto e, sim, um filhinho de papaizinho riquíssimo. Nada disse a respeito, naquele momento o que me importava era chegar em casa às pressas. Agilizei meus passos enquanto Rodrig

a o momento. Quando cheguei na minha casa com Rodrigo notei que o clima estava incomum, minha mãe se encontrava sentada no sof

stá? - Rafael me encheu de perguntas enquanto vin

ou bem –

de Rodrigo ao meu lado, po

me apresen

que conheci na escola e Rodrigo, e

se cumprimentar

tei ao notar o estado melancóli

eage, não fala nada, não

uei, analisando a melhor

ce que foi um assassinato - resumiu aflito, sabia que

alguma reação. Nesse momento eu não conseguia sentir dó com a morte

don... a camp

o - Rafael disse, in

com o Rafael, a conversa foi curta. Rafael fechou a porta e em suas mãos segurava uma p

é isso? - enchi Rafael de perguntas, tudo

e assassinado, eles também disseram que Saulo estava com uma... puta, na noite em

ente, principalmente para minha mãe, mas não esperava nada menos daquele traste

lar a informação de Rafael, começou a gritar desesperadamente, se lam

? - b

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