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Histórico

Capítulo 2 Teodora

Palavras: 1229    |    Lançado em: 07/07/2023

ora

estar da casa, onde Lucilene sempre guardava suas garrafas de vinho barato na prateleira empoeirada. Como de costume

e ela sentiu que era sua obrigação cuidar de mim após a tragédia. Eu fui morar com ela e, desde então, tenho permanecido em sua casa. Ela sempre insis

ldia começou a se formar dentro de mim. Eu me sentia sufocada pelas obrigações que Lucilene imp

iciente para desencadear a tempestade que estava por vir. Lucilene entrou na sala naquele exato momento, seus

de, quebrando as regras não escritas que ela havia estabelecido. Mas naquele momento, senti uma urgência dent

s ecoaram como um lembrete constante de minha suposta dívida com ela. Mas, naquele momento, decidi que já

óprio caminho. Não seria mais sua responsabilidade me proteger ou cuidar de mim.

. Talvez ela não esperasse que um dia eu me rebelasse contra suas expectativas. Naquele momento, eu me sentia fo

de descobrir quem eu realmente era, longe das sombras do passado e das expectativas impostas sobre mim. E, enquanto fechava a porta atrás de

iberdade. Aos vinte e oito anos, eu estava determinada a encontrar meu caminho e descobrir quem eu realmente

esca em minha mente, mas as responsabilidades que vinham com ela estavam começando a pesar sobre meus ombros. Eu estava ten

do deu errado. Eu me deixei levar pela atmosfera vibrante de uma boate, mergulhando em uma noite de diver

aginado. Em um momento de descuido, acabei tropeçando nas escadas da boate, desequilibrando-me e caindo de forma des

fazendo-me perceber que algo estava seriamente errado. O constrangimento tomou conta de mim enquanto as pessoas ao

e isso não seria possível. Meu braço estava quebrado, minha liberdade agora aprisionada em gesso

pude recuperar um pouco da compostura. Lá estava eu, aos vinte e oito anos, com um br

eixado a casa de Lucilene em busca de liberdade e autodeterminação, mas agora me via em uma situação vulnerável e

r responsabilidade por minhas escolhas e enfrentar as consequências, mesmo quando elas eram dolorosas e embaraçosas. Eu sabia que tinha

cisasse. Me sentia mal por estar dependendo de alguém que eu sabia que nutria mais do

eparar um suco de laranja para mim!

r. Afinal, é bom cuidar um pouco de você d

ou determinada a superar esses obstáculos. E ter

uldades podem nos mostrar o quanto as pessoas ao nosso r

para mim. É bom saber que tenho alguém em quem confi

algo estivesse faltando, como se eu estivesse em busca de algo mais profundo e significativo. Eu est

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