img A professora do filho do CEO  /  Capítulo 3 Um sonho molhado | 4.76%
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Capítulo 3 Um sonho molhado

Palavras: 1769    |    Lançado em: 03/07/2023

/ que na tua cama no/ no teu sonho/ ou n

breu D'

é um dos primeiros, Dona Cira, ela é uma mulher um tan

thur acena para ela da janela do carro. Ela rastejou para

rro. Ele lhe entrega o livro,

s braços, ela sente sua força, o calor de seu corpo, ela o guia, continuando a beijá

nunca sentiu lábios tão macios mas apaixonados. Anna desliza as mãos pelas costas dele, sente os músculos e a masculi

o seus lábios deixam os dela e se aven

endem o fogo em suas entranhas. Deixe-o passar a língua por

ete seu nome como se esti

arqueia as costas, mexe os quadris e afunda o abdômen obrigando-o a continuar a

inte e um anos para se deliciar com ele, Arthur saboreia seus longos lábios. Anna segura a cabeça, entrelaça os d

ur, A

stá enrolada nos lençóis. Não pode ser que tenha sido um sonho. A

te lembrar que você deve paga

emana você terá seu pagamento. Ela re

. Deve ter adormecido, deita-se de novo, revê as imagen

ecia tão real. Dis, o que há de errado

revira na cama, se levanta, bebe um copo d'água. Ele abre a carteira, pega o livro

cabeça Fa-sol-do. Ele anota rapidamente no caderno que guarda debaixo do trav

adormecido, sai correndo da cama, enxuga os olhos, pega o celular para ver as horas, a cal

em um mês não precisou. Seu subconsciente está atento ao seu

viúvo há muitos anos e nunca mais se casou" "ele é amargo", mas para Anna sua percepção é diferente. Ele era um homem se

e piano, por isso durante seus anos no Hoch Conservatory ela teve poucos amigos e os meninos que

nhe até o ponto de ônibus. Já deve ter acabado. Ele se preocupa quando vê o r

passageiro abaixa lentamente. O hipnótic

ba

za de que não está sonhando uma segun

r. Venzon.

resolvi buscar você. Falei com o Fel

ruivo exclamou

ra casa- Serão dois dias na semana, quarta e sexta das três às cinco da tarde, então você não terá pro

em seus lábios e como deve ser maravilhoso senti-los de verd

u o que e

esponde auto

você vai cob

te dizer, é a primeira vez

mensagem, pegue este é o meu cartão -ele

nzon! Hoje te en

que você deve

iza para ela com a boca. Ela vira à direit

obri

dia

rta dos fundos do refeitório. M

nutos atr

ônibus est

ma boa desculpa.

mbora ele tenha ido sozinho procurá-la para avisá-la sobre seu novo emprego, el

do pequeno restaurante. O sol mal na

da cliente que chega. Ele

ex para

para beber aq

ois capp

ra, relaxa e atende

ichelle a observa, seus gestos de alegria são bem evid

te o locutor "aberto" ela estava tão ocupada pela manhã que

está absorto em sua leitura. Ele ouve a voz p

esso, po

êndido. Ele se levanta, põe o livro d

mesas, cruza a perna, pega o iPhone 13

ntre seu olhar e um arrepio percorra todo o seu corpo. Alguns clientes começam a chegar, o

café. Ela recebe o pagamento, abre o ca

toque dele provoca nela a mesma sensação de sono.

dando gorjetas, vou ter que da

a dica pelo seu excelente atendimento

chance. Hoje fo

ás da figura masculina e perfeita daquele homem

turno chega. Anna tira o avental do uniform

o idêntico ao de Arthur estacionado do outro lado da rua, ela reconhece que o homem que está dirigindo é ele, logo ela vê uma linda loira se aproximando, ela entra na carro e o beija na boca. Anna sente pela primeira vez aquela sens

re como corria quando criança atrás das borboletas para pegá-las. Seu coração palpita. Ela sobe no ônibus, caminha em direção ao

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