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Capítulo 4 CAP. 04 BRUNO ALCÂNTARA

Palavras: 2016    |    Lançado em: 17/05/2023

Alcâ

m casa com a minha família curtindo talvez um filme com pipoca, mas como sou o chefe aqui

e mulheres que querem apenas passar na minha cama, e se alguma daqui tiver a sorte sera a

tado, e quando voltamos a andar esbarro em uma mulher linda, ela é cheia das curvas uma mulher fora dos padrões de beleza, tinha seios fartos um quadril largo e uma linda bunda

deixar ela na sua casa, aviso a todos que estou saindo do morro e peço q

um pouco, com essa deusa que parece está assustada, mas, ao mesmo tempo, curiosa, ela me entrega uma xícara e nos sentamos no seu pe

guentei, coloquei a xícara na mesa, puxei ela para um beijei, nossa que beijo macio, nossas bocas se encaixaram

eu colo, mas a impeço e começo a secar as tr

tou no momento jamais faria mal a uma mulher, sei respeitar as decisões delas, posso ser bandido, mais mulh

ser eu te ajudo! - Vi ela respirando fundo e deixei que ela saísse do meu colo, sentou na cadeira e olhou

guém, é uma história triste, caso queira ir embora não tem problema! - Jamais que a deixaria aqui sozinha sofrend

Ela me dá um sorrisinho de canto,

ízio de funcionários em todos os setores, para se acostumarem com todas as rotinas, um dia caio no setor pós-cirúrgico tinha 3 paciente lá, eram cirurgias complexas sabe, joelho, quadril e ombro. Certa hora da madrugada os pacientes já estavam dormi

taria, que eu deveria ficar quieta e aceitar se comida por ele, sabe Bruno eu tinha 24 anos estava cheia de sonhos, era virgem e desejava me guardar para quem fosse especial para mim, já sofri tanto antes, com a separaçã

to do descanso tomei um banho e chorei muito, tive vergonha de voltar ao hospital e solicitei mudança de hospital e desde esse período eu nunca mais tive relacionamentos com ninguém eu simplesmente travo. - Ela estava com meu rosto banh

iolentar ela, mal a conheço mais da para ver que é uma mulher que se esforça e que sofreu na infância, ter uma memória dessas ato

ei admirando ela e tomei a decisão de pôr ela na cama e depois iria embora, não iria atrapalhar a vida dessa linda mulher que estava em meu colo, car

ficar sozinha hoje depois de todas ess

rena e que ele tomasse conta de tudo e nos falaríamos amanhã, avisei também minha mãe que não dormiria em casa, tomei um banho rápido, vesti minha cueca box e fui em direçã

é gostosa para cacete, faço esse sacrifício. - Percebo que ela riu do meu comentário,

a, boa noite, Moreno. - Adorei como ela me chamou, vou protege

istola estava na mesinha de cabeceira, me levantei, fui ao banheiro e me vesti, sai em direção à cozinha sentindo o cheiro de café,

fui à padaria aqui pertinho preparar um café para gente, como sai peguei seu brinquedinho e coloquei l

, tirei aquele lenço do seu pescoço e fiz uma trilha de carícias, senti seu corpo arrepiar, percebi que seus mamilos estavam durinhos, coloquei minhas mãos por baixo do vestido e fui subindo até a altura da sua cintura dei impulso para que ela sentasse no balcão e continuamos a travar essa briga de língua

onheço, sei que você não leva uma vida fácil e honesta, eu não saberia viver assim, gosto de ho

entendia a situação, então dei um passo para trás

o que tem para comer? -

e vai me matar? - Ela me olhava com um olhar de pavor, eu realment

contar comigo, tem um amigo aqui para te ajudar. - Vi ela respirando aliviada, tomamos nosso café, me despedi dela, eu realmente precisava voltar ao morro, ma

soal para acompanhar elas e irem me informando, elas iriam para o Hospital Central que tem uma maternidade e uma UTI Neo caso seja necessário, fiquei angustiado, porque minha mãe e minha irmã são tudo para mim e quando minha irmã foi sequestrada na saída da escola e vio

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