img ENTRE O AMOR E O ÓDIO..  /  Capítulo 7 Não tenho nada a perder | 3.04%
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Capítulo 7 Não tenho nada a perder

Palavras: 1633    |    Lançado em: 18/04/2023

imentos, entrega-se à cama. Lágrimas escorrem pelo seu rosto, a dor da traição e a humilhação a envo

- Murmura, levantando-se e recompondo-se. - Mereço me divertir também. - Afirma, tent

ciosamente o local. Ao avistar um homem sentado no bar, enc

isso. - Sussurra, mantendo a calma. - Aparentemente você não tem a intenção de apreciar isso

está fazendo? - Pergunt

ria. - Responde, provocativa, capturando finalmente a atenção dele,

ou de tomar. - Declara, encarando-a com uma expressão indecifrável. - Não tenho interesse, posso pagar pelas minhas be

a, peço desculpas por beber o seu uísque. - E

tanto, se não deseja nenhum problema, afaste-se de mim. - Ordena novamente, visivelmente ir

xando a cabeça. - Por favor, sirva-me uma dose de Cabernet Sauvignon. - Pede ao barman,

a? - Pergunta, irritad

m na festa. Afinal, você também é parte importante da empresa. - Afirma Chris

ade. - Quantas vezes precisaremos ter essa conversa? Eu não tenho o menor interesse nessa empresa. Na verd

istrada por nós. Seu irmão está fazendo um ótimo trabalho. Não co

isem de empréstimos para tirá-la do buraco em que se encontra. Não tenho interesse em compartilhar nada com essa família. Por q

ão existem. Meus negócios estão prosperando. Sou seu pai, preocupado com o seu bem-estar, e desejo que est

nitor, não um pai. Sua aproximação é motivada pelo interesse, por perceber o quão lucrativo é ter-me ao seu lado. - Declara, obtendo como resp

olhar incisivo dele. - Perdeu alguma coisa aqui? - Que

Ao longo da noite, ambos persistem na bebida ocultando suas frustr

? - Indaga um homem ao se p

sando investidas masculinas. - Homens não resistem à tentação de se aproximar de uma mu

rias lamentações silenciosas. Ao longo de várias doses de bebida e trocas de ol

Resmunga, admitindo a atraçã

m com a pele clara, os olhos azuis, semelhantes ao oceano que decora a paisagem lá fora, e uma postura impecável que suger

ta no canto do bar. Rebecca lança um olhar na direção dele, observando-o sentar-se com elegância, seus olhos f

a para si mesma, levanta-se com det

anca com um rubor sutil nas bochechas. Os olhos verdes expressivos destacam-se, complementando uma estatura mediana e um corpo atraente,

o garçom, enquanto seus olhos permanecem fixos nela. - E a senhorit

on, por favor. - Responde diretam

açando enquanto aguardam pelas bebidas. O garçom retorna com dis

estiona Alex, rompendo o silênci

aqui. Só busco diversão e um momento para esquece

e diversão, estaria com suas amigas. Dific

não sabia que você havi

num bar, sendo alvo constante de investidas incessantes de homens que a veem co

ra estar aqui? - Rebate, d

as isso. - Responde, le

ranhos porque está chateado com o papai? - Pr

o você. E o que se passa contigo, falta de autoestima? Por que está aqui comigo, tole

da? - Indaga, a raiva a consumindo. - Você estava no bar falando ao

é ainda mais patética quando está sóbria e não consegue se esconder atrás do álcool, interpretando a

e bar de hotel, agindo como se fosse bom demais para qualqu

senhorita. Por que

me entende. - Provoca, tentando manter a calma. - De nada adianta ter um rosto bonito se o que você tem para oferecer é b

escobrir se os rumores são verdadeiros, se você não estivesse cl

minação e retornando ao bar. - Que homem detestável. - Resmunga, reassumindo seu lu

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